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26/02/2011 - Público.pt - Última Hora Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Dois anos de prisão para falsificadores de Giacometti

Por: Cláudia Carvalho

Três pessoas foram condenadas a dois anos de prisão por fraude comercial e falsificação de documentos no âmbito de uma investigação sobre a alegada falsificação de esculturas do artista Alberto Giacometti e posterior tentativa de venda.

O caso remonta a Agosto de 2009 quando foram apreendidas num armazém em Mainz, na Alemanha, mais de 1150 esculturas de bronze e gesso, o julgamento começou em Novembro de 2010. Duas pessoas, os possíveis líderes do grupo, ainda estão a ser julgadas, entre elas está um homem de 59 anos que disse a compradores que as obras que vendia estavam num esconderijo secreto construído por Diego Giacometti, irmão do artista.

O outro suspeito tem 62 anos e é um negociante de arte em Maiz. Em tribunal, o suspeito confessou que suspeitou que as esculturas não eram autênticas, admitindo estar envolvido na criação dos certificados de autenticidade. Contudo, o homem negou possuir a grande parte das obras e por isso beneficiar da sua venda.

Mirja Feldmann, procuradora pública do tribunal de Estugarda, pediu 9 anos de prisão para o negociante de arte, pena que poderá ser reduzida se o réu confessar os crimes. O homem de 59 anos será o homem responsável por todas as operações e por isso espera-se que a sentença seja maior.

As três pessoas já formalmente acusadas são dois negociantes de arte de Wiesbaden, e a mulher do vendedor de Mainz. Como até agora os acusados não possuíam qualquer cadastro, as sentenças foram suspensas, estando agora sujeitos ao pagamento de multas muito altas, segundo disse a procuradora ao jornal “The Art Newspaper”, acrescentando que os acusados terão ainda que recompensar as vítimas.

As obras em questão foram analisadas por um grupo de especialistas convocado pelo tribunal composto por Mary Lisa Palmer da Associação Alberto et Annette Giacometti, Hubert Lacroix, da Fundação Susse, Gilles Perrault, um especialista em arte sedeado em Paris e que já testemunhou em vários casos de falsificação de obras de arte, e Véronique Wiesinger, da Fundação Alberto et Annette Giacometti.

“Penso que a maioria das esculturas falsificadas foram encontradas mas poderão existir mais espalhadas por aí”, disse Feldmann, concluindo que espera ver o caso completamente resolvido em Maio.

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Comentários


Autor e data do comentário: conspiração - 21/04/2011 21:15

O poder dos traficantes de arte actualmente estão nos proprios museus pois tem o dinheiro pra dizer o que é falso e o que é verdadeiro,isto ate faz lembrar um pequeno pais da europa lol, esta é uma historia que bem conheço e a verdadeira historia é que o louvre comprou 84 esculturas deste artista , e eram todas falsas , e agora um colecionador privado vai parar na cadeia , estranho não??
que nada!!! é o mundo d hje!!!



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