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24/02/2011 - Diário Catarinense Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fim da linha para quadrilha


Três pessoas suspeitas de falsificação foram presas ontem à tarde em Joinville. A quadrilha estava sendo investigada há cerca de dois meses, depois de um grupo de pessoas ter sido preso na cidade com documentos falsos.

A quadrilha agia no Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e principalmente no Paraná. Segundo o major da Polícia Militar, Miraci José Montibeller, os envolvidos eram especialistas em falsificar carteiras de identidade, CPFs, carteiras de motorista, contratos sociais e outros tipos de documentos. O escritório onde eram feitos esses materiais funcionava na casa do chefe do quadrilha, um homem de 64 anos, no Bairro Costa e Silva.

Ele e os outros dois suspeitos, um de 50 e outro de 51 anos, foram detidos em casa depois de terem sido emitidos os mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva. A força-tarefa do Ministério Público, polícias Militar e Civil e Polícia Rodoviária Federal, apreendeu no escritório munições, armas, máquinas de escrever, placas de veículo, equipamentos para remarcação de chassi, chaves de carro e diversos documentos: RG, CPF, CNH, contratos sociais, entre outros. Os documentos de veículos e contratos sociais eram vendidos de R$ 300 a R$ 500. Já os pessoais saíam de R$ 50 a R$ 100.

– Eles falsificavam documentos pessoais e veicular,es clonando automóveis furtados e roubados. Além disso, forneciam certificados, procurações e outros documentos públicos falsos – disse o major.

Montibeller conta que para dar legalidade na documentação, os suspeitos iam no cartório autenticar qualquer outro papel para, com ferro quente ou vapor, tirarem o selo e colar no documento que estavam fazendo. Um outro fato que chamou a atenção era os os documentos de veículos. O major lembra que em 2001 e em 2007 foram registrados furtos na Ciretran da cidade. “Os documentos em branco eram verdadeiros.”

A polícia acredita que outras pessoas estejam envolvidas e as investigações devem continuar. O grupo, segundo Montibeller, deverá responder inquérito por estelionato, porte ilegal de arma, formação de quadrilha e receptação.

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