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23/02/2011 - Paraná Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Falso empresário de futebol é preso em Curitiba

Por: Janaina Monteiro


Um suspeito de enganar jovens, com a promessa de jogar futebol em grandes times do Brasil e da Europa, foi preso por policiais da Delegacia de Estelionato e Desvio de Cargas (DEDC).

Eder Carlos Silva, 42 anos, o “Professor Edinho”, cobrava de R$ 200 a R$ 2 mil de garotos, entre 15 e 20 anos, que sonhavam em ser craques do futebol. A polícia acredita que pelo menos 10 vítimas tenham caído na lábia do falso empresário, que agia há cerca de um ano.

De acordo com o delegado Cassiano Aufiero, Eder se dizia ex-jogador de futebol e afirmava ter contatos importantes na Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Na manhã de segunda-feira, os policiais flagraram o golpista tentando convencer um garoto, na cancha no Parque São Lourenço. “Com conversa envolvente, dizia que o garoto tinha potencial e perguntou se ele desejava ter um técnico ou treinador”, contou o delegado.

Boletim

Entre as vítimas do estelionatário estão jovens até de Maringá. “Prometia que eles ficariam hospedados em sua casa, mas o pessoal ficava passando fome”, disse o Aufiero.

Os pais de um rapaz, de 17 anos, registraram boletim na DEDC. De acordo com o relato das vítimas, Eder se apresentou como ex-jogador do Coritiba, psicólogo e empresário do ramo esportivo, e dizia que podia ajudá-lo a ser contratado pelo clube Vacaria, do Rio Grande do Sul. Para isso, o jovem teria que pagar R$ 250 para custear as passagens, mas a viagem nunca ocorreu.

Eder fazia pais dos jovens assinarem um contrato com várias cláusulas, entre elas a que estipulava a quantia que deveria ser paga, incluindo o aluguel do espaço para treinamento, que era feito em quadras públicas.

Além do Parque São Lourenço, Eder abordava os garotos em outros parques da cidade e usou até o campo de futebol da Universidade Federal do Paraná (UFPR), no Juvevê, para treinar.

Engano

Em seu depoimento, o golpista disse que foi enganado por outra pessoa, mas admitiu ter arrecadado R$ 2.500, para ajudar os garotos na carreira de jogador, apesar de não ter contato com os clubes.

“Eder não deu o nome da pessoa que tentou enganá-lo e entrou em contradição várias vezes”, informou o delegado. “Vou pagar pelo meu erro”, lamentou Eder, que foi autuado em flagrante por estelionato. A polícia trabalha com a possibilidade de o suspeito ter agido em outras cidades do Estado e com ajuda de comparsas.

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