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21/02/2011 - Extra Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Assinaturas em registros da Draco podem ter sido falsificadas para prejudicar Ferraz

Por: Fernando Torres


No último dia 13, a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) foi lacrada pelo então chefe de Polícia Civil, Allan Turnowski, sob suspeitas de corrupção em inquérito que apurava irregularidades na Prefeitura de Rio das Ostras, Região dos Lagos do Rio de Janeiro. A Corregedoria Interna da Polícia Civil (Coinpol) instaurou uma sindicância para apurar as denúncias de que o delegado Cláudio Ferraz teria encerrado o inquérito 48 horas depois de ter aberto. Foram apresentados dois registros: um teria sido deixado na porta de Turnowski e outro encontrado no cartório da Draco. Comparados, os papéis apresentam diferenças que levaram o titular da Draco a levantar a hipótese de falsificação.

Feitas, supostamente, em um período de dois dias, as assinaturas do delegado da Draco estão diferentes. Como é um integrante da Maçonaria, seus traços devem ser acompanhados por três pontos, que formam um triângulo e significam liberdade, igualdade e fraternidade. Das três marcas que teriam feitas por Ferraz, uma não tem o símbolo maçônico.

O padrão dos documentos emitidos por órgão policial, como os registros de aditamento da Draco apresentados pela Corregedoria Interna da Polícia Civil (Coinpol), é ter duas assinaturas da autoridade responsável, nos espaços "1-Despacho" e "3-Registrado Por". No registro que Turnowski diz ter recebido, em um pacote anônimo, só o item 3 está assinado.

A mesma falta de continuidade é notada nas possíveis assinaturas do inspetor Luiz Henrique Placidino, que seria o responsável pelo inquérito. No papel mostrado pelo ex-chefe de Polícia, há uma rubrica em que a caneta deu, no mínimo, seis voltas. Já no documento encontrado na Draco, o risco tem apenas um volta.

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