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18/02/2011 - O Liberal Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Justiça aceita denúncia contra ex-diretores do RB

Por: Ângela Pessoa


Americana - A Justiça Federal de Piracicaba acatou a denúncia de apropriação indébita e crimes contra o patrimônio, onde figuram como réus a ex-diretoria do Rio Branco Esporte Clube, no caso de falsificação de guias do INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) e desvio de R$ 150 mil que o clube usaria para pagar uma dívida com a Previdência. A denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal foi formulada contra o ex-presidente Oswaldo De Nadai e ex-diretores do clube naquela gestão: Francisco Octavio Tamborlin, Nivaldo Zanette, Sergio Sega, Sérgio Luiz Meneghel Silveira, que ocuparam cargos como vice-presidentes administrativos e financeiros, além de Ricardo Giovani Sanches Dias e Eliane Aparecida Nogueira Dias, estes últimos que não faziam parte do clube.

No despacho do juiz, consta que a denúncia foi acatada por preencher os requisitos previstos no Código de Processo Penal e "veio acompanhada de peças informativas que demonstram a existência de justa causa para a persecução penal".

No dia 25 de janeiro deste ano foram expedidas pela Justiça Federal as cartas precatórias para os acusados serem citados em Americana e São Bernardo do Campo, cidade dos últimos dois envolvidos. O processo está na secretaria do Fórum Federal desde o dia 3 de fevereiro. Segundo a Polícia Federal de Piracicaba, responsável pelo inquérito policial, Ricardo Dias e Eliane Dias seriam as pessoas apontadas como as supostas responsáveis pelo pagamento das guias do INSS, mas que negaram em depoimento. As investigações da Polícia Federal de Piracicaba começaram em 2008.

FISCALIZAÇÃO

De acordo com a PF, as investigações começaram depois que houve uma fiscalização do INSS no clube e foi apurada a existência de débitos e pendências junto ao órgão federal. O Rio Branco conseguiu o dinheiro com a negociação do passe de atletas e informou ter usado a quantia para pagar os valores apurados. O clube apresentou guias de recolhimento, mas depois de algum tempo foi constatado que o débito permanecia em aberto no sistema e segundo a polícia as guias eram falsas.

O advogado do Rio Branco, José Antonio Franzin, disse que a posição oficial do clube é que "foi verificado o processo e pelos elementos colhidos até agora não tem qualquer fundamento a representação".

O engenheiro e advogado Oswaldo De Nadai , ex-presidente do clube, afirmou que ainda não recebeu a citação. "Isso foi uma armação política na época e não tem nada errado. Pode ter certeza que no final do processo será provado isso, que está tudo legal", afirmou.

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