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08/02/2011 - Século Diário Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraudes levam Justiça a decretar mais um afastamento do prefeito de Santa Leopoldina

Por: Nerter Samora


A Justiça da comarca de Santa Leopoldina determinou, pela terceira vez, o afastamento do prefeito Ronaldo Prudêncio (PDT), por envolvimento em fraudes em licitações públicas. A nova ação está relacionada à contratação superfaturada de shows para o carnaval do município em 2009. Além do prefeito, seis servidores municipais – entre eles o atual secretário de Turismo, Jefferson Rodrigues – tiveram seus bens bloqueados. Entre os envolvidos está o mesmo grupo econômico pego em flagrante durante a “Operação Moeda de Troca”.

Desta vez, o pedido de afastamento cautelar feito pelo Ministério Público Estadual (MPES) foi acatado pelo juiz Felippe Monteiro Morgado Horta, que substitui o magistrado titular da comarca (Carlos Ernesto Campostrini Machado), que é alvo de manobras da defesa dos acusados para retirá-lo do caso. O promotor Jefferson Valente Muniz – que assina a denúncia junto com membros do Grupo Especial de Trabalho Investigativo (Geti) – também está na mira dos pedidos de suspeição.

Entre os empresários acusados de participação no esquema estão Paulo César Santana Andrade, Patrícia Pereira Ornelas Andrade (sócios das empresas Andrade & Dos Santos Ltda. ME e Mega Som Instrumentos Musicais, também denunciadas), Antonio Carlos Sena Filho (Antonio Carlos Sena Filho ME e Top Som Produções e Eventos), Adailton Pereira dos Santos (Adailton Pereira dos Santos ME e Styllus Produções), Rozélia Barbosa Oliveira (ex-mulher de Paulo César) e Robson de Souza Colombo (Robson Rodeios Ltda ME). Todos os requeridos aparecem no bojo da “Operação Moeda de Troca”.

Além do atual secretário de Turismo, Jefferson Rodrigues, foram relacionados o ex-secretário de Obras Ramilson Coutinho Ramos, a ex-advogada-geral do município Yara Depiante Gobbo, a ex-procuradora municipal Dalila Maria Silva Faustini e a ex-presidente da Comissão de Licitação da prefeitura Andrea Telles.

De acordo com a denúncia, a quadrilha atuou de forma combinada para a contratação de atrações por valores superfaturados. Apesar da entrada de uma quarta empresa interessada no processo – que acabou ficando de fora do por ação dos servidores municipais –, o grupo criminoso se articulou para que o contrato fosse arrematado pela empresa Robson Rodeios.

Nos autos, as três outras empresas do grupo econômico liderado pelo empresário Aldo Martins Prudêncio, irmão do prefeito e dono da Impacto Máquinas, apresentaram propostas similares. Um dos indícios da associação para o cometimento de crime está em erros ortográficos nos documentos apresentados à prefeitura, fato destacado na denúncia e na decisão do magistrado. A palavra acessório foi grafada de forma equivocada nas três propostas (foi grafada como “assessório”, assim como no próprio edital da prefeitura).

“A prova é inequívoca e contundente, traduzindo verossimilhança suficiente de que todos os requeridos participaram ou foram beneficiados no esquema montado para impedir o caráter competitivo da licitação”, narra um dos trechos da decisão do juiz.

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Comentários


Autor e data do comentário: DALILA FAUSTINI - 08/02/2011 21:21

me chamar de integrante de quadrilha é no minimo uma ofensa, principalmente quando tem a certeza de nunca agi contrario a LEI, mas tudo bem, tem UM DEUS MAIOR QUE TUDO VE E COM CERTEZA SERÁ FEITA JUSTIÇA, pois a justiça pode nao ter olhos para distinguir, mas assim como as pessoas que são cegas, a Justiça é todada de uma persepção incrivel para distinguir o joio do trigo.



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