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08/02/2011 - O Documento Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

CRM decide futuro de psiquiatra que vendia atestados falsos


O futuro profissional do psiquiatra Ubiratan de Magalhães Barbalho será definido hoje pelo Conselho Regional de Medicina (CRM), que votará pela interdição cautelar do médico. O prazo de suspensão é válido enquanto o órgão investiga a acusação de venda de atestados falsos para policiais militares e servidores públicos do Governo, que pesa contra o psiquiatra. Ao final do processo, o médico pode ter o registro cassado.

Conforme o presidente do CRM, Arlan Azevedo, este é o segundo caso de interdição cautelar julgada pelo órgão nos últimos tempos, além de um caso de cassação do registro por assédio sexual. A outra situação de suspensão é referente ao ortopedista Célio Eiji Tobisawa, 42, acusado de abusar sexualmente de pacientes sedados. Neste caso, o médico está suspenso desde julho de 2010, quando foi preso.

Azevedo explica que o julgamento da interdição cautelar é feito por uma comissão de 11 a 21 membros do conselho. A decisão é feita por votação, com ganho de causa para a escolha da maioria. O presidente afirma que o CRM tem prazo de 6 meses, a partir da data da interdição, para apurar os fatos, ouvir testemunhas, entre outros procedimentos, sempre com orientação do Código de Ética. O psiquiatra tem direito à defesa, que pode ser feita por ele mesmo ou por um advogado, bem como pode arrolar testemunhas a seu favor. O procedimento investigativo do CRM se assemelha com o feito pela Justiça comum. "Precisamos fazer tudo de forma bem minuciosa para não permitir que um caso tão sério desse fique impune", comenta o representante do CRM.

O processo pode ser prorrogado por mais 6 meses, mas segundo Azevedo o CRM procura não estender o prazo, uma vez que o profissional não pode exercer a profissão sob o risco de ser preso por exercício ilegal da medicina.

O psiquiatra foi procurado e não quis se pronunciar sobre o caso.

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