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07/02/2011 - Ribeirão Preto Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Compradora da Leite Nilza se defende de acusação de fraude no TJ


A Airex Investimentos Participações, empresa que adquiriu a Leite Nilza, protocolou documentos no Tribunal de Justiça, na semana passada, para tentar comprovar que não praticou fraude no processo de recuperação da empresa de Ribeirão Preto.

Segundo nota distribuída à imprensa, a Airex tem como comprovar a origem dos R$ 5 milhões usados para pagar os 600 funcionários demitidos pela Nilza. O fato de a Airex, que tinha capital inicial de R$ 50 mil, ter desembolsado R$ 5 milhões foi um dos argumentos da Justiça de Ribeirão Preto para ver fraude no processo.

“As provas foram entregues à Câmara de Falências e Recuperações Judiciais e serão analisadas nos próximos dias. Além disso, os documentos também justificam o aumento de capital de R$ 50 mil para R$ 5 milhões e a alteração da razão social da empresa realizada com base na lei para atender ao novo tipo de negócio da Airex, que se tornou uma holding com foco em recuperação de empresas, fatos julgados ‘suspeitos’ pelo juiz da 4ª Vara Cível de Ribeirão Preto”, informou a Airex na nota.

Segundo Sérgio Antonio Alambert, presidente da Airex Investimentos e Participações, o valor de R$ 5,2 milhões, aportados para o pagamento das dívidas trabalhistas da Alimentos Nilza, são provenientes de recursos próprios, factoring e investidores. “Temos como confirmar centavo a centavo o valor depositado. Lamentavelmente não fomos chamados pelo juiz de Ribeirão Preto para justificar a origem do dinheiro”, fala Alambert.

A Leite Nilza possui uma dívida de aproximadamente R$ 400 milhões. Escutas do Ministério Público teriam detectado uma suposta tentativa de fraude arquitetada entre um representante da Nilza e da Airex.

Segundo o juiz Heber Mendes Batista, da 4ª Vara Cível, o representante da Nilza e de uma empresa de Manaus, a Airex Trading, teriam proposto um pagamento por fora a um credor para que este convencesse outros credores a darem aval ao processo de recuperação judicial. Ambos vão ser processados por fraude a credores.

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