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07/02/2011 - Público.pt - Última Hora Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraudes online causaram perdas financeiras a 2% dos cibernautas em Portugal

Por: João Pedro Pereira

Dois por cento dos utilizadores de Internet em Portugal afirmam ter tido “perdas financeiras” na sequência de esquemas fraudulentos online, um valor abaixo dos três por cento da média da União Europeia. Na segurança infantil Portugal surge acima da média europeia.

Os números foram divulgados esta segunda-feira pelo Eurostat, na véspera do Dia para a Internet Mais Segura, e são o resultado de um inquérito feito a cibernautas entre os 16 e os 74 anos nos vários países europeus.

As fraudes referidas no relatório dizem respeito aos chamados esquemas de phishing e pharming (em que um e-mail ou site falso tenta que o utilizador introduza os respectivos dados pessoais), bem como a utilizações abusivas dos dados de cartões bancários.

Os países onde menos utilizadores tiveram perdas financeiras (apenas um por cento dos inquiridos foram afectados) são territórios onde a prática de pagamentos online e o hábito de introduzir este tipo de dados na Internet ainda não é frequente: Bulgária, República Checa e Lituânia estão entre os países onde menos utilizadores registaram problemas.

Com os mesmos dois por cento de Portugal surgem países como Chipre, Hungria, Finlândia e Suécia. No outro extremo, os países onde mais utilizadores disseram ter perdido dinheiro foram a Letónia (oito por cento) e o Reino Unido (sete por cento).

Também na segurança infantil, Portugal surge com melhor resultado do que a média europeia: quatro por cento dos cibernautas em lares com crianças disseram que estas já estiveram expostas a sites inapropriados ou em contacto com “pessoas potencialmente perigosas”. Na Europa, a média é de cinco por cento e os países com mais incidentes são a Itália (11 por cento), Letónia e Noruega (ambas com nove por cento).

O relatório, porém, nota que os dados são obtidos com base no número de pessoas que se aperceberam dos problemas – o que “pode subestimar os números reais”.

O inquérito do Eurostat revela ainda que 37 por cento dos cibernautas em Portugal já foram atacados por um vírus ou outro software malicioso (acima dos 31 por cento da média europeia) e que quatro por cento (o mesmo que na UE) já tiveram problemas de privacidade, como, por exemplo, a publicação online de vídeos ou fotos sem autorização do visado.

Em Portugal, a taxa de penetração de Internet ronda os 50 por cento dos agregados familiares (embora as estatísticas excluam os agregados onde não há pessoas com menos de 75 anos, uma faixa etária que, segundo os últimos censos, representava cerca de 700 mil portugueses).

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