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08/02/2011 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Quadrilha é presa por tentar fraude de R$ 2 bilhões do Banco do Brasil


SÃO PAULO - Uma quadrilha foi presa pelas polícias de São Paulo e do Pará, acusadas por uma tentativa de fraude bilionária. O bando tentava sacar mais de R$ 2 bilhões do Banco do Brasil. As investigações mostraram que a quadrilha agia nos estados do Pará, São Paulo e Santa Catarina, além do Distrito Federal. Em São Paulo, um dos detidos é Francisco Nunes Pereira, que já havia sido preso, acusado de atuar junto com Vanderley Nunes de Aquino, ex-secretário de Jandira e acusado pela morte do prefeito Braz Paschoalin.

Em Belém foram presos dois empresários e um advogado.

Segundo a Polícia, a quadrilha alterava extratos bancários para efetuar a fraude. Pereira era correntista do banco em São Paulo e fraudava os extratos alterando as quantias para mais e depois tentava receber esse valor, através de ações judiciais, segundo o assessor de imprensa da Polícia Civil, Walrimar Santos. Em São Paulo a polícia fez mais uma prisão, além de uma em Brasília, todos acusados de envolvimento no esquema.

De acordo com a Polícia Civil, esses documentos eram entregues a outras pessoas, em outros estados, que diziam ser seus procuradores e estes, entravam com ações na Justiça, na tentativa de obrigar o banco a efetuar o pagamento dos valores.

A Polícia não sabe ainda a quanto tempo a quadrilha agia, mas afirma que nenhum valor solicitado foi pago aos fraudadores. Com a fraude, os acusados tentavam sacar mais de R$ 2 bilhões, mas as ações ingressada na 5ª Vara Comum, não prosseguiram. O caso foi apurado pela Vara de Inquéritos Policiais e Medidas Cautelares, após denúncia do Banco do Brasil.

Pela Polícia Civil, as investigações foram comandadas pela DIOE, com o apoio do Geproc (Grupo de Pronto Emprego) do Ministério Público Estadual, órgãos que comandaram a operação para prisão dos acusados em Belém.

Todos os presos serão autuados pelos crimes de falsidade ideológica, fraude processual, falsificação de documentos particulares e formação de bando e quadrilha. Os presos na capital paraense foram encaminhados para a DIOE.

- Eles vão aguardar decisão da Justiça. Já os presos em Brasília e Santa Catarina só devem ser transferidos para Belém, se a Justiça desses estados determinarem - informou a delegada Virgínia Nascimento.

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