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05/02/2011 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia do Mato Grosso investiga vende de falsos alvarás de soltura de presos


CUIABÁ - A polícia do Mato Grosso investiga uma denúncia de venda de falsos alvarás de soltura dentro da Penitenciária Central do estado (antigo Pascoal Ramos). A denúncia teria sido feita por um agente penitenciário. Em outubro passado, quatro detentos do presídio desapareceram.

- Ainda não se pode afirmar a relação da venda de falsos alvarás com o desaparecimento dos detentos. Se durante as investigações alguma ligação entre os casos for confirmada, a Delegacia de Roubos e Furtos vai assumir o caso - afirmou o delegado Silas Tadeu

Vintes pessoas já foram ouvidas durante as investigações do desaparecimento dos presos e até agora nenhuma suspeita foi confirmada. A Polícia Civil prorrogou o inquérito por mais 30 dias.

A ausência de 11 presos foi constatada durante uma conferência geral na Penitenciária Central do Estado, em outubro de 2010, mas só foi divulgada no final de janeiro. A polícia confirmou que três deles haviam sido transferidos, mas continuavam fichados no local.

Quatro teriam fugido. Entre eles está Augusto Rodrigues Martins, preso pela Polícia Federal na operação São Cristóvão, acusado de chefiar uma quadrilha internacional de tráfico de drogas e receptação de carretas roubadas. Os outros fugitivos são Anderson Luiz Oliveira Silva, acusado de tráfico de drogas, e Sidney Bittencourt, preso por roubo de cargas. O nome do quarto fugitivo não foi divulgado.

Quanto aos outros quatro, ainda não se sabe exatamente o que aconteceu. O presidente do Sindicato dos Servidores do Sistema Penitenciário, João Batista, reclama de pouca estrutura e efetivo para desempenhar as funções no presídio.

- São 14 agentes por plantão, para cuidar de cerca de 1.900 presos. Um aparelho de biometria começou a ser instalado há dois, e ele facilitaria a conferência dos detentos. Só que ele nunca funcionou. A conferência dos presos tem que ser feita pelos agentes - diz o servidor.

O secretário adjunto de Administração Penitenciária, José Antonio Chaves, admite os problemas estruturais, mas acusa os agentes de falha na vigilância dos presos.

- Estamos trabalhando com indicios de facilitação de servidores, porque com o controle, não teria como essas ausências não terem sido notadas.

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