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02/02/2011 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Estelionatário é preso em flagrante por vender vagas de emprego falsas

Ele é suspeito de enganar 49 pessoas nos últimos seis meses. Estudante de direito nega todas as acusações.

Um homem suspeito de enganar dezenas de pessoas em troca da falsa promessa de um bom emprego foi preso em flagrante nesta quarta-feira (2). Ele cobrava uma taxa de até R$ 5 mil para interessados em trabalhar no Tribunal de Justiça e no Ministério Público, oferecia cargos bem remunerados, mas tudo não passava de uma mentira. A farsa foi desmontada com a prisão em flagrante do criminoso, que nega os crimes.

Ele é suspeito de enganar pelo menos 49 pessoas nos últimos seis meses. Marcelo Andrade, de 39 anos, é estudante de direito e vivia como um homem de negócios.

Ele marcava encontros com as vítimas em lugares movimentados e só se assustava quando ouvia um barulho: o das sirenes dos carros de polícia. Com o dinheiro que ganhava, ele comprava carros novos. E vendia o sonho de muitos: um bom emprego.

A negociação com as vítimas começava por telefone. Em agosto do ano passado, o suspeito promoveu um encontro com um grupo de pessoas dispostas a pagar por uma oportunidade de trabalhar na Justiça. Para impressionar os candidatos, a festa foi organizada no Centro Administrativo da Polícia Militar. O espaço foi alugado com a ajuda de policiais que também caíram no golpe.

Simone Palma foi apresentada ao homem por uma amiga. Ela estava desempregada e recebeu a proposta: por R$ 4 mil, seria nomeada para trabalhar no Ministério Público de São Paulo. Simone não pagou. Mas ele não desistiu. Descobriu que o irmão dela estava preso e fez nova proposta: usar a influência para libertar o rapaz.

Simone desconfiou e procurou a polícia. O encontro foi na rua. Ela entrou no carro e fez o pagamento. A polícia acompanhou tudo e fez o cerco. E o homem acabou preso com o dinheiro que tinha acabado de receber.

Depois da prisão, as vítimas começaram a chegar à delegacia. Os documentos delas estavam lá. O telefone do suspeito não parava de tocar.

A polícia já sabe que o mesmo golpe pode ter sido aplicado no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Espírito Santo, e que o estelionatário usava o nome de desembargadores para convencer as vítimas.

Marcelo Andrade nega todas as acusações.

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