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15/07/2007 - Diário de Cuiabá Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Detentos inovam táticas de golpes


O crime organizado está mudando de tática para conseguir receber e manter telefones celulares no interior das penitenciárias. Depois do fracassado golpe do prêmio e do falso seqüestro, nos quais os criminosos ligavam para as vítimas pedindo resgate através de cartões telefônicos, a onda agora é se passar pela própria empresa de telefonia fixa e oferecer planos vantajosos.

Segundo a Polícia, os criminosos pedem para a vítima digitar um código. Esse código, na verdade, transfere a linha fixa para um celular dentro do presídio. O sistema é conhecido como “siga-me”. Já são várias as ocorrências registradas nos últimos dias de casos semelhantes.

Ontem de manhã, uma costureira do Jardim Cuiabá registrou queixa na Delegacia do Complexo do Verdão, relatando detalhes do novo golpe. Segundo ela, um homem ligou para seu telefone fixo se passando por funcionário da GVT. Do outro lado da linha o homem oferecia “planos vantajosos de redução de tarifas”.

A costureira aceitou e digitou um código. Em seguida, percebeu que o tom de discagem ficou diferente. No dia seguinte, ela ligou para a central de atendimento da GVT e descobriu ter caído num golpe. A empresa informou que não estava oferecendo planos de descontos e que nenhum funcionário estava autorizado a ligar para os clientes.

Ela pediu que a atendente fizesse uma busca nas últimas ligações e foi informada de que foram feitas várias ligações em dois números de celulares, cujo código é de Curitiba.

De imediato, a vítima pediu para que o sistema fosse desativado. Ela conseguiu os números dos celulares que serão repassados para a Gerência de Repressão a Seqüestros e Investigações Especiais (Gresie) da Polícia Civil, que se incumbirá de investigar o golpe.

Conforme um policial plantonista, esse golpe substitui os outros praticados por presos em penitenciárias de várias partes do país, nos quais as vítimas eram convidadas a repassar códigos de créditos para telefones celulares pré-pagos. “Pelo siga-me, o dono do telefone fixo é quem paga a conta. A vítima só vai desconfiar quando chegar a conta telefônica”.

O policial explicou que esse golpe vem de dentro dos presídios, possivelmente do Rio de Janeiro. Lembrou que, recentemente, havia o golpe do falso seqüestro. A vítima recebia uma ligação em seu celular de uma pessoa dizendo que um ente querido estava seqüestrado. O resgate deveria ser pago através de cartões telefônicos pré-pagos. Muitas pessoas ficavam apavoradas e compravam os cartões. (AR)

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