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04/02/2011 - Jornal de Uberaba Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

O golpe do cartão de crédito


Pretende-se com este texto orientar e chamar a atenção dos leitores para um crime que tem causado prejuízo e pavor na sociedade brasileira, e normalmente a sociedade contribui de forma determinante para sua ocorrência, sendo a falta de conhecimento e descuidos dos cidadãos um fator determinante para o êxito dos marginais. O avanço da tecnologia é uma realidade, o dinheiro de plástico nomeado cartão de crédito é uma inovação que trouxe benefícios, mas junto veio a investida da marginalidade. Embora os avanços tecnológicos tenham revolucionado positivamente o cotidiano social, ainda não foi empregada uma técnica para resguardar os consumidores de golpes com cartões de créditos.
Neste sentido, faz-se necessário que os leitores prestem atenção nos fatos narrados neste importante espaço democrático que a final, contribui para a bem do público, e consequentemente irá subsidiar a sociedade a livrar - se de golpes desta natureza e amplitude. O criminoso também tem se aproveitado do progresso do processo evolutivo da tecnologia e estão optando por crimes de difícil identificação dos responsáveis. Senão vejamos: o cidadão recebe um telefonema normalmente pelo celular, pelo código da operadora do celular o golpista identifica o estado e aí começa perguntado se o cidadão a, ou b, fez uma compra em outro estado num valor dispendioso, rapidamente responde o cidadão: não nem nunca fui a esse estado! Ela (e) educadamente pede calma e diz que provavelmente o cartão foi clonado. Pergunta se está de posse do cartão e que identifique para ela o número, rapidamente e apavorado o cidadão passa o número solicitado para a operadora (dor) pede então para conferir o número no verso do cartão (código segurança) que contém três dígitos, e fornece ao devido cidadão um número de protocolo para uma proposta mais confiável, por descuido e sem precaver-se de um possível golpe o cidadão quase na totalidade fornece o código, e no final do mês é surpreendido com uma fatura num valor exorbitante, sem, contudo, ter gasto sequer um centavo da fatura cobrada.
Muitos pensam que jamais cairão, até que acontece com quem menos espera. A constatação desse tipo de crime está inclinada até mesmo às pessoas que trabalham no meio, e com atividades financeiras, que achavam até serem vítimas, que jamais poderia acontecer com elas, mas infelizmente aconteceu. Em todos os crimes é importante a veemência em precaução da sociedade. Procure evitar o fornecimento de dados pessoais pelo telefone celular ou fixo, antes de fornecer dado, procure coligar com a operadora e ir até outro telefone e confrontar as informações. Boa sorte!!
Diógenes Pereira da Silva – Policial Militar da PMMG
É graduado em Segurança Pública e Privada

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