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02/02/2011 - Paraná Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Gaeco prende servidores que forjavam BOs

Por: Fernanda Deslandes


Um investigador da Polícia Civil e servidores públicos que atuavam em delegacias do interior do Paraná foram presos, suspeitos de forjar boletins de ocorrência para “legalizar” desvios de cargas de caminhões. A operação Trinca Ferro foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, de Guarapuava, em parceria com os núcleos de Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel, Foz do Iguaçu, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso, Goiás e Rondônia.

Foram dois anos de investigações, que levaram à prisão preventiva de nove pessoas e ao cumprimento de mandados de busca e apreensão em 21 cidades de sete estados. Todos os mandados foram expedidos na comarca de Cândido de Abreu. Entre os presos estão também motoristas que levavam os produtos até os servidores corruptos. As cargas desviadas geralmente eram de ferro, fertilizantes, açúcar, sementes, tecidos, cosméticos e até tratores.

Propina

Na delegacia de Cândido de Abreu foram presos Sidnei Adão Jarenco e Clades Martinato Santos, servidores públicos que atuavam como investigadores. Já na delegacia de Pitanga, foi preso o investigador Ademir Muniz da Silveira. De acordo com as investigações, os três recebiam propina para fazer os boletins. Eles são acusados de corrupção ativa e passiva, falsificação de documento público e inserção de dados falsos no sistema de informação.

Os líderes da quadrilha, que aliciavam motoristas para o desvio das cargas, foram detidos em Paranavaí e Maringá, juntamente com dois motoristas que não tiveram os nomes divulgados. Pedro Valdir Ferreira de Ramos, o “Compadre”, Heloise Alves Fagundes, Valdecir José Ferreira de Ramos e Diogo da Costa Ramos podem responder por formação de quadrilha; furto qualificado e lavagem de dinheiro.

Prejuízo

De acordo com o procurador de Justiça Leonir Batisti, coordenador estadual dos Gaecos, o prejuízo causado pelos desvios, de abril de 2007 até setembro do ano passado, passa de R$ 2 milhões. A investigação continua para apurar o destino das cargas.

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