Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


Acompanhe nosso Twitter

12/07/2007 - Gazeta Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

MPF quer pena maior para estelionatário que vendia vistos falsos a capixabas


O Ministério Público Federal (MPF) no Espírito Santo recorreu da decisão da Justiça Federal que condenou o juiz arbitral Edimar Márcio Castilho a sete anos e um mês de prisão por estelionato e falsificação de documento público, no dia 28 de junho. De acordo com o MPF, Edmar Castilho prejudicou outras três pessoas, além das seis vítimas pelo qual ele já foi julgado. A pena de Edmar pode chegar até 18 anos e quatro meses de prisão.

Devido a atuação em um Juizado Arbitral de Conciliação, Mediação e Arbitragem, uma entidade privada, Castilho se passava por Juiz de Direito, embora não tivesse nenhuma relação com o Poder Judiciário.

De acordo com o MPF, Edmar Castilho atraía interessados em emigrar para os Estados Unidos e recebia dinheiro para fornecer documentos falsos sem que as vítimas soubessem que os papéis não tinham valor legal. Edimar dizia às vítimas que tinha facilidades junto ao consulado americano. Os passaportes apreendidos são documentos autênticos, mas os vistos na maioria deles foram falsificados.

Vítimas

Uma das vítimas, que havia pago R$ 13 mil a Edimar, foi deportada e proibida de retornar aos Estados Unidos por um período de cinco anos. Outra vítima, embora tenha pago R$ 24 mil ao juiz arbitral, foi deportada para o Brasil logo depois da constatação, no México, de que seu visto era falso.

Outro casal entregou R$ 30 mil nas mãos de Edimar para deixar o país rumo aos Estados Unidos, mas não chegou a viajar. Os noivos foram abordados pela Polícia Federal ainda no Aeroporto de Vitória.

Outras duas pessoas também acabaram deportadas. Duas amigas, que haviam pago cerca de R$ 15 mil cada uma a Edimar, iriam de Vitória para Santiago, no Chile, de onde finalmente seguiriam rumo a Atlanta, nos Estados Unidos, mas tiveram que interromper a viagem no Chile.

Diante do susto de saber que estavam de posse de documentos com vistos falsos, uma das vítimas, que estava grávida, perdeu o bebê e teve que ser operada às pressas ainda em Santiago.

Além de querer que Edimar seja condenado pela prática dos mesmos crimes também contra outras três vítimas, o Ministério Público pede ainda que ele seja condenado pela prática de contravenção penal, já que, para atrair suas vítimas, o réu simulou ser membro do Poder Judiciário. A pena, nesse caso, é de um a três anos de prisão e multa.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 823 vezes




Comentários


Autor e data do comentário: edimar marcio castilho - 01/04/2016 00:40

senhores
este fato aconteceu em 2006, portando nao faz mais sentido continuar com estas publicaçoes, ninguem e obrigado a conviver com erros do passado, processo ja transitou em 2007, portanto estamos em 2016,quase 10 anos, encontra-se tramitando processo judicial contra monitor das fraudes desde 2014 2ª juizado especial civil de vila velha-ES.



O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2016 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal