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26/01/2011 - Portal Click Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia Civil de Juiz de Fora prende suspeito de aplicar golpe do Dpvat

Por: Wanessa Andrade


A Polícia Civil de Juiz de Fora apresentou na manhã desta terça-feira (25) balanço das investigações que desarticularam uma quadrilha de estelionatários que agia através de escritórios de advocacia em diversas cidades do país. Uma série de fraudes envolvendo o recebimento do seguro Dpvat (Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestre) era realizada pelo grupo criminoso. Uma das modalidades consistia em advogados entrarem na Justiça com ações de indenização para receber o seguro em nome das vítimas de acidentes de trânsito e não repassavam aos clientes o valor da indenização ao final dos processos. “Até o momento foram identificadas quatro vítimas, mas a quantidade de documentos encontrada no local aponta para um esquema de proporções muito maiores”, explica Rodolfo Rolli, delegado responsável pela investigação.

Até o momento, cinco pessoas foram identificadas como suspeitas de integrar a quadrilha. A justiça local decretou a prisão de todos. Policiais da 7ª Delegacia de Polícia Civil de Juiz de Fora prenderam no final da tarde de ontem (24) dois advogados e um empresário do Rio de Janeiro que participavam do esquema. Durante o cumprimento de mandado de busca no escritório da Afavat (Assistência às Famílias e Vítimas de Acidentes de Trânsito), localizado na Avenida Barão do Rio Branco, no centro de Juiz de Fora, foram apreendidos centenas de documentos. De acordo com Rolli, os outros dois advogados suspeitos, um do Estado do Rio de Janeiro e outro da cidade mineira de Conselheiro Lafaiete, deverão se apresentar nas próximas horas, segundo relato de advogados. O delegado não descarta a hipótese de representar pela prisão preventiva dos profissionais se não cumprirem o acordado.

A participação de uma escrivã de polícia, lotada na Delegacia Regional de Juiz de Fora, também está sendo investigada no inquérito. “Aparentemente a policial autenticava documentos que eram utilizados pelos golpistas para dar entrada nas ações, muitos deles fora da sua esfera de competência”, explica Rolli. Uma sindicância administrativa foi instaurada para averiguar as possíveis transgressões disciplinares praticadas pela servidora.

O delegado enfatiza que outras pessoas também serão investigadas e responsabilizadas caso haja indícios de participação. Os envolvidos no esquema fraudulento poderão ser indiciados pelos crimes de estelionato, formação de quadrilha e apropriação indébita, além de falsificação de documentos particulares e públicos.

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