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05/07/2007 - B2B Magazine Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Parcerias viabilizam pagamento pelo celular

Por: Fabiana Lopes


Quando Júnior tiver sede, ao invés de sacar a carteira e colocar a nota de dinheiro na máquina de refrigerantes, ele vai apanhar o seu telefone celular, seguir as instruções da máquina e no momento certo discar *2653, ouvir as instruções, aproximar a saída de voz do seu celular da máquina de refrigerantes, e, depois de um processo de autenticação com senha, o pagamento é reconhecido e a transação está completa.

A cobrança chegará à Júnior inserida na sua fatura de cartão de crédito. O personagem é fictício, mas não a cena. Ela faz parte do projeto piloto que acaba de ser lançado em Belo Horizonte, e fica em funcionamento experimental durante 60 dias, em 15 pontos de venda, entre eles maternidades, shoppings e lojas Telemig Celular.

Fazer pequenas compras pelo celular já é uma realidade no mercado. O conceito de mobile payment que sempre pareceu distante do consumidor está sendo incentivado por uma série de empresas. A refrigerantes Minas Gerais (Remil), fabricante dos produtos Coca-Cola no Estado, em parceria com a Coca-Cola Company, M-Pay (Mobile Payment System), Telemig Celular e Visa, lançou um serviço de compra de refrigerantes com o uso de voz pelo celular.

A operação de compra pode ser realizada por meio de qualquer operadora de celular e o valor, entretanto, o número *2653 é exclusivo da Telemig Celular. Para as demais, é preciso discar o número (31) 9933-3333. O custo da operação é de uma ligação local. A idéia é que, futuramente, o número *2653 seja estendido para as outras operadoras e que o serviço seja também disponibilizado para outras bandeiras de cartão de crédito e para débito automático.

O projeto

Durante esses dois meses de teste, a Visa está realizando uma pesquisa de satisfação da tecnologia. A M-Pay é a responsável por fazer a mediação entre a operadora de celular e a Visa. A proposta é que, com o sucesso do projeto, a Remil lance a vending machine em canais estratégicos para a empresa, conforme os resultados apresentados pela pesquisa.

O novo sistema, como explica o líder do projeto na Remil, Washington Cabral, gerente de tecnologia de informação da empresa, possibilita maior conveniência para o consumidor. “O celular é um diferencial nesse mundo de mobile payment. Esse sistema já existia na Eslovênia e trouxemos para o Brasil. Além disso, dinheiro de plástico é muito bem aceito no país”, afirma. O uso de celulares no pagamento da bebida elimina problemas de aceitadores de notas, evita trocos em moedas e cédulas, além de proporcionar que a cobrança só seja feita no boleto do cartão de crédito.

O dinheiro SMS

Outro tipo de solução que chega ao mercado pela Oi, é o chamado Oi Paggo. De acordo com Abel Camargo, diretor de marketing da Unidade de Negócios Corporativo da Oi, o pagamento é feito por meio de troca de mensagens SMS entre cliente e lojista. "No Rio de Janeiro a tecnologia já foi lançada e existem vários estabelecimentos utilizando. O lojista tem seu próprio celular Oi credenciado e com um chip habilitado, sem a necessidade de nenhum aplicativo específico". explica.

Neste caso, Júnior, nosso personagem fictício, digitaria sua senha na mensagem autenticada enviada pelo celular do lojista, que depois de receber a mensagem de confirmação, automaticamente, fecharia a compra. Essa transação é feita por intermédio da Paggo, instituição financeira parceira da Oi neste projeto e que é responsável por fazer, posteriormente a cobrança das compras do cliente.

Segundo Camargo, além do Rio de Janeiro, o Oi Paggo já foi implementado nas cidades de Natal e Uberlândia. A previsão é que, até o fim de 2007, sejam cadastrados 1,5 milhão de usuários e 50 mil estabelecimentos, chegando a 7 milhões de transações.

Padrões

Quando se fala em pagamento pelo celular, a pergunta que não quer calar é: Como estabelecer padrões para oferecer os recursos a todos os clientes, independente do banco e operadora com que ele mantém relacionamento?

Camargo, da Oi, acredita que "não é necessário um padrão para massificar o serviço. São tecnologias, que, é claro, têm o seu nível de complexidade, mas o modelo de negócio é customizado.

É importante somente que as redes das operadoras de celular conversem com as redes do sistema financeiro. "As redes móveis já tem seus padrões estabelecidos, o ponto principal é saber qual tecnologia será usada para aquele tipo de serviço e como ele vai conversar com outro padrão que já existe", avalia.

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