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18/01/2011 - Último Segundo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Maluf nega manter conta bloqueada na Suíça

Deputado nega que US$ 13 milhões supostamente mantidos por sua família no exterior tenham sido bloqueados pela Justiça local.

O deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) negou nesta terça-feira, por meio da assessoria de imprensa, que uma conta supostamente mantida pela sua família na Suíça tenha sido bloqueada por determinação da Justiça local.

De acordo com o site do jornal O Estado de S.Paulo, foram congelados US$ 13 milhões mantidos na conta da família Maluf por meio de uma determinação judicial tomada no final de 2010.

“Paulo Maluf não tem e nunca teve conta no exterior. Desde 2001, surgem informações falsas a respeito deste assunto”, argumentou a assessoria do ex-prefeito.

Segundo a reportagem, a família Maluf possui, ao todo, R$ 35 milhões confiscados em bancos estrangeiros – incluindo uma conta nas ilhas Jersey.

O dinheiro bloqueado na Suíça se refere ao montante que o ex-prefeito supostamente não conseguiu transferir para as ilhas Jersey, segundo as investigações.

Denúncia encaminhada à Justiça pelo Ministério Público Federal de São Paulo, em 2006, acusa o deputado federal e outras dez pessoas de montarem um esquema de formação de quadrilha internacional com o objetivo de lavar dinheiro oriundo de corrupção.

Segundo a denúncia, parte do dinheiro de corrupção proveniente das obras da avenida Águas Espraiadas, na zona sul de São Paulo, realizada na última gestão de Maluf na prefeitura (1993-1996), foi para a conta Chanani, em Nova Iorque, e, de lá, para quatro contas no paraíso fiscal de Jersey, no Reino Unido, de onde migraram para sete fundos de investimento na mesma ilha. O dinheiro, segundo a denúncia, foi aplicado na Eucatex, empresa da família do ex-prefeito.

Em 2005, Maluf e o filho Flavio ficaram presos durante 40 dias sob a suspeita de tentarem coagir um réu em um processo contra a família.

A denúncia de 2006 era um resultado de cooperação jurídica internacional estabelecida diretamente entre o Ministério Público Federal em São Paulo e autoridades da Suíça, Inglaterra e Jersey (uma ilha localizada no canal da Mancha, entre a Grã-Bretanha e a França, que possui autonomia financeira e jurídica, mas que pertence ao Reino Unido).

Desde 2002, o MPF e o Ministério Público Estadual (responsável pelas ações cíveis relativas ao caso) tentavam obter documentos nesses países, que chegaram ao Brasil em meados desse ano.

O dinheiro bloqueado na Suíça, segundo a reportagem, só seria liberado para eventual ressarcimento dos cofres públicos, caso Maluf fosse condenado em última instância no País.

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