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13/01/2011 - O São Gonçalo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Playboy usava nome falso


A farsa armada por um dos maiores distribuidores de cocaína para turistas estrangeiros nos municípios da Região dos Lagos revelou um esquema sofisticado de emissão de carteiras de identidade, que está sendo investigado pela Polícia Civil. Preso por agentes da 82ª (Maricá), na última segunda-feira, Íris de Souza Ferrari, 30 anos, apresentou um documento original em nome de Carlos Eduardo Maia de Souza e ainda inventou um apelido: Cadu.

A mentira, entretanto, durou pouco e surpreendeu os policiais, que descobriram o verdadeiro nome do traficante e sua dívida com a Justiça: quatro mandados de prisão – três por assalto e um por porte ilegal de arma. Sua extensa ficha na Polícia também conta com oito anotações criminais por assaltos e roubos a transeuntes, a maioria deles praticados em Niterói, tráfico de drogas e duas fugas da antiga carceragem da 76ª DP (Centro). Agora, além desses crimes, ele também vai responder por falsidade ideológica e falsificação de documento público.

O passado de Íris, que é morador do bairro Maria Paula, em Niterói, inclui um roubo a um posto de combustível, em 2004, no qual ele chegou a resistir à prisão trocando tiros com PMs, e um assalto a uma lotérica no Centro do município. Em depoimento, ele contou que adquiriu a identidade através de um advogado e usava-o para que a polícia não descobrisse suas pendências com a Justiça. O documento foi produzido no Departamento de Trânsito (Detran), a partir de uma certidão de nascimento falsa.

De acordo com as investigações, Íris estava sendo investigado há dois meses pela venda de cocaína para “gringos”, em Maricá. Ele foi flagrado pelos policiais quando comercializava o entorpecente na Rua das Pedras, principal ponto turístico de Búzios. O acusado vendia cada papelote, contendo duas gramas da droga, por R$ 100.

O entorpecente – considerado de alta pureza – era comprado na Argentina, embalado e distribuído em locais frequentados por pessoas de classe média alta. Na casa alugada por Íris, no Centro de Búzios, os agentes encontraram 105 gramas de cocaína pura, uma balança de precisão digital, além de R$ 700, 50 dólares e uma espada ninja. Os agentes informaram que vão investigar a rota internacional feita pelo acusado para chegar ao fornecedor da droga.

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