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06/01/2011 - Comunidade News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Falsificação de documentos rende dois anos de prisão para brasileiro

Rodrigo Moura ajudava a tirar carteira de motorista para imigrantes indocumentados.

O brasileiro Rodrigo Moura, 33, foi condenado a dois anos de prisão em audiência ocorrida no dia 17 de dezembro último. Ele comandava um esquema de venda de documentos falsos com mais duas funcionárias do Departamento Estadual de Licenças (DOL, em inglês) do estado de Washington. Segundo o Bellevue Reporter, Melanie Yoder, 46, e Ana-Marie Lizares, 52, eram as companheiras de Rodrigo no esquema.

De acordo com o Departamento de Justiça, o brasileiro deve ser deportado depois de cumprir a pena. O brasileiro foi denunciado ao FBI (polícia federal americana) em 2009. Rodrigo levava imigrantes de várias partes do país até o DOL para tirar a carteira de motorista e receber cartões de identificação falsos.

Ao mesmo tempo em que o estado de Washington não exige documentos legais no país para tirar a sonhada carteira de motorista, é preciso comprovante de residência. No caso dos imigrantes levados ao DOL por Rodrigo, nenhum deles morava no estado. Segundo o Departamento de Justiça, o brasileiro apanhava os imigrantes no aeroporto, os quais já eram instruídos sobre o endereço falso e as respostas de algum teste.

O esquema era feito de tal forma que os imigrantes fossem atendidos por Ana-Marie ou Melanie. -Esquema lucrativo Conforme as autoridades, Rodrigo faturava $3,000 por cada carteira vendida, e repassava $500 para uma das comparsas. Segundo a investigação, Melanie ganhou aproximadamente $5,000 pela venda de 20 a 25 carteiras de motorista. A quantia vendida e faturada por Ana-Marie foi o dobro. Yoder foi condenada a dois meses de prisão, quatro meses de prisão domiciliar e dois anos de liberdade supervisionada. Ela está de licença do trabalho desde sua prisão, ocorrida em junho do ano passado. Já Lizares pegou oito meses de prisão e dois anos de liberdade supervisionada.

A mulher decidiu deixar o trabalho, depois de ser presa. O juiz Richard Jones não teve outras palavras para definir a ação de Rodrigo e das duas mulheres. “Quando você coloca identificações falsas no fluxo de comércio ... não tem idéia das consequências”.

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