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23/12/2010 - Gazeta do Sul Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpe pode ter causado prejuízo de R$ 300 mil


Depois de um mês de investigação e com dez vítimas já identificadas, a Polícia Civil de Venâncio Aires desarticulou ontem um esquema de estelionato que pode ter deixado um prejuízo de R$ 300 mil. Desde o começo do ano uma empresa de fachada comprava materiais de construção de fornecedores de dentro e fora do Rio Grande do Sul e repassava as mercadorias para uma loja estabelecida na cidade. A polícia afirma que pelo menos quatro pessoas estão envolvidas diretamente no golpe da construção, como o caso está sendo chamado.
O titular da Delegacia da Polícia Civil de Venâncio Aires, delegado Paulo César Schirmann, diz que depois de comprado o material era escondido em uma chácara no distrito de Mariante, no interior, e aos poucos levado para a loja que o revendia. “O empresário que se passou por laranja não vendia nada no varejo. Comprava dos mais diversos tipos de fornecedores, não pagou a maioria dos produtos e depois os repassava para esse outro empresário. Ele fazia estoque sem pagar”, resume. A investigação começou no mês passado a partir de relatos de vítimas e a operação de combate aos crimes de estelionado, falsificação de documentos e formação de quadrilha começou a ser desencadeada ainda na terça-feira.
Na chácara localizada no interior de Venâncio a polícia apreendeu cinco caminhões de material de construção ao longo desta quarta. “Só de forro de PVC recolhemos 4 mil metros. É material suficiente para cerca de 150 casas”, ressalta o delegado. O titular da Delegacia de Pronto Atendimento (DPPA) de Venâncio, delegado Felipe Staub Cano, explica que parte do material já foi devolvido às vítimas e parte está na delegacia. “Temos mais de dez ocorrências de vítimas que venderam material e não receberam. E a lista deve aumentar”, afirma.
O cumprimento dos mandados de busca e apreensão continuam nesta quinta-feira. Até que a investigação não esteja concluída a polícia não irá divulgar os nomes dos envolvidos. O delegado Paulo César Schirmann avalia a possibilidade de pedir a prisão preventiva dos acusados. “No começo do ano um empresário do ramo apresentou um suposto empreendedor do setor e ele passou a comprar de fornecedores como sendo uma pessoa idônea, com boas referências. Pagou algumas compras, mas a maioria não. Depois o material era escondido e, mais tarde, vendido na empresa estabelecida há tempo no mercado”, acrescenta. Segundo a polícia, o empresário que revendia o material já foi ouvido e nega envolvimento no crime. Se diz vítima da quadrilha.

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