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21/12/2010 - Folha do ES Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Servidor tinha verbas para esconder fraudes


O gerente de in­fra-estrutu­ra, da Secre­taria de Artes e Cultura da Prefeitura Municipal, An­derson Cansian, recebia verbas de convênios como presidente da Liga Despor­tista de Cachoeiro de Ita­pemirim-ES (LDCI) para fazer vista grossa na fis­calização e nos processos de licitações suspeitos de fraudes e superfaturamen­to.

Um dos seus vices na entidade é o empresário de eventos, Robson Leonar­do, da Colli Som, acusado de “laranja” do secretário de Obras, Leandro Mo­reno, pelo MP de praticar corrupção na área de fes­tas, através de direciona­mento licitatório. Cansian, conhecido como “Chapis­co”, é comparsa do esque­ma.

Anderson Cansian, conhecido por "Chapisco" recebia verbas de convênio para a Liga Desportiva de Cachoeiro

FUTEBOL

Cansian tem de correr para pegar recibos, pois até a presente data não consta que árbitros e outros profissionais tenham assinado quaisquer documentos de quita­ção por serviços prestado à LDCI. Um empenho já foi liberado e dois restantes estão na Secretaria de Fazendo aguardando a assina­tura do secretário Lucio Berilli. Um deles, no valor de R$ 22.095, referente ao contrato nº 210/2010, é para cobrir as despesas de arbi­tragem do Campeonato Municipal de Futebol Amador adulto e sub-17, nas categorias 11, 13,15 anos (Taça Renascer).

Todos os contratos foram assina­dos pelo prefeito Carlos Casteglio­ne (PT); Marco Aurélio Coelho, procurador geral do município e Manuel Batista Cabral, secretário de Administração

Está evidente a lavagem de di­nheiro e facilitação criminosa para beneficiar os “laranjas” e o secre­tário de Obras, Leandro Moreno, que “locou” trio elétrico e equipa­mentos em contratos sem quanti­tativo para a própria Prefeitura.

O escândalo de fraudes envolve, praticamente, quase todos os se­tores da Prefeitura de Cachoeiro, numa traquinagem que não ludi­briou o Ministério Público e nem a CEI das Tendas que investiga a improbidade administrativa de vários servidores envolvidos, além de atravessadores, denomi­nados de “contemplados” regu­lares pelo esquema de tendas e eventos.

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