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02/07/2007 - Última Instância Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Quadrilha acusada de lavagem de dinheiro é denunciada em Goiás


O MPF (Ministério Público Federal) de Goiás denunciou na sexta-feira 16 pessoas envolvidas em lavagem de dinheiro com base em investigação desmontada em 2005 na operação Caravelas, da Polícia Federal.

De acordo com o MPF, a organização era responsável pela remessa de grandes quantidades de cocaína para a Europa. A droga ficava ocultada em bucho bovino congelado. A ação tramitará na 11ª Vara Federal de Goiânia.

O MPF informou que os denunciados, após receberem os lucros obtidos com o tráfico internacional de drogas, faziam a lavagem. Eram comprados imóveis, veículos, artigos de luxo e movimentadas altas somas.

Para isso, constituíam empresas com nomes de sócios falsos ou usavam terceiros, os “laranjas” e “testas-de-ferro”, para ocultar e dissimular a origem dos bens e valores adquiridos de forma ilícita.

A pena prevista para os denunciados é de reclusão de três a dez anos e multa.

O MPF pediu a decretação da prisão preventiva de nove dos denunciados. A medida tem por objetivo resguardar a ordem econômica e a ordem pública e, ainda, assegurar a aplicação da lei penal. O pedido de prisão foi aceito pela Justiça Federal.

Em relação ao tráfico internacional de entorpecentes, a organização criminosa foi denunciada pelo MPF em outubro de 2005. A 11ª Vara Federal de Goiânia já condenou oito dos envolvidos.

Crimes ambientais

A PF desencadeou na última sexta-feira a Operação Ouro Verde 2 no Pará e no Maranhão. De acordo com nota da PF, Federal, entre os envolvidos estão ex-funcionários públicos, hackers e 155 empresários do setor madeireiro, que teriam provocado um “enorme” desmatamento na floresta amazônica.

Eles teriam praticado ainda corrupção ativa e passiva, estelionato, inserção de dados falsos em sistema de informações e violação de sigilo funcional. Em apenas uma das operações fraudulentas, o grupo teria obtido lucro ilícito de R$ 16 milhões.

O grupo teria fraudado o sistema informatizado que emite o DOF (Documento de Origem Florestal), exigido pelo Ibama para o transporte de madeira e de outros produtos florestais de origem nativa.

Reportagem produzida pelo jornal DCI e reproduzida por Última Instância com autorização concedida por contrato de licenciamento de conteúdo

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