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06/12/2010 - Portal Terra Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Justiça aceita denúncia contra 21 por fraude em concurso da Abin


A Justiça Federal abriu processo contra 21 pessoas por suposta fraude em um concurso para cargos de oficial e agente de inteligência da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), realizado em outubro de 2008, após denúncia do Ministério Público Federal (MPF). Os candidatos teriam pago até R$ 80 mil para obter gabaritos da prova, segundo investigações da Operação Tormenta, da Polícia Federal.

A Justiça decretou as prisões preventivas dos principais integrantes da quadrilha que teriam furtado o conteúdo de provas e elaborado gabaritos - os advogados Antonio Di Luca e Edgard Rikio Suenaga, os policiais rodoviários federais Maurício Toshikatsu Iyda e Renato Maia Sciarretta, o jornalista Antonio Carlos Vilela e o comerciante Pedro de Lucca Filho.

A Justiça determinou também que a oficial de inteligência da Abin Fernanda Leal Dias Mongon fosse afastada do cargo. Ela é uma das pessoas suspeitas de receber o gabarito produzido a partir da prova furtada e foi a única entre os candidatos ao concurso que teriam recebido gabaritos de Pedro de Lucca Filho que efetivamente chegou a tomar posse após ser aprovada no concurso da agência de inteligência, em São Paulo.

Outra candidata, Cinthya Maria Pepicelli Pustiglione Prado, também foi aprovada e chegou a fazer o curso de formação da Abin, mas foi reprovada no exame psicológico.

Os 12 candidatos não aprovados no concurso da Abin que receberam as respostas da prova da quadrilha responderão pelos crimes de tentativa de estelionato contra entidade pública, receptação e fraude a concorrência.

Fraude

Segundo a denúncia do MPF, os policiais rodoviários federais Iyda e Sciarretta foram buscar os cadernos de questões elaborados para o concurso pela Cespe no aeroporto de Congonhas na tarde de sexta-feira do dia 10 de outubro. No caminho até o Núcleo de Operações Especiais (NOE), da Polícia Rodoviária Federal, local em que as provas ficariam guardadas e que Sciarretta era o chefe, eles retiraram 2 cadernos do malote (um para cada cargo) e fotografaram cada página.

Ainda de acordo com a PF, a reprodução foi entregue à Di Luca, que a corrigiu junto com o sobrinho Pedro De Lucca Filho. O gabarito teria sido entregue por Di Luca a Yida e Sciarretta, como pagamento.

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