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01/07/2007 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Levantamento sobre grandes casos mostra um retrato da impunidade no país

Por: Jailton de Carvalho e Alan Gripp


BRASÍLIA - Precatórios, central de grampos, Sudam, Marka/Fontecindam, TRT de São Paulo, bingos, propinoduto, vampiros, mensalão, sanguessugas. Dez dos maiores escândalos na última década são o retrato da impunidade no país. Levantamento feito pelo Globo mostra que os 200 políticos, banqueiros, empresários e servidores públicos acusados de fraudes milionárias nesses dez casos estão fora da cadeia e longe de qualquer punição. A grande maioria não passou um dia sequer atrás das grades.

A pesquisa mostra ainda que nove dos dez casos ainda se arrastam nos tribunais, e a perspectiva de alguns procuradores da República é que, quando chegarem a um fim, muitos crimes já estarão prescritos. Na lista, o único caso que avançou resultou na absolvição do réu: o senador Antônio Carlos Magalhães (DEM-BA).

- É para a vala da prescrição que vão todos os processos de colarinho branco no Brasil. É uma vergonha nacional. Uma desmoralização das autoridades que estão empenhadas em investigar e punir os poderosos - diz o procurador da República Artur Gueiros, responsável pela investigação de um dos braços da quadrilha dos Precatórios, escândalo investigado por uma CPI do Congresso em 1997.

Nas duas últimas semanas, O Globo analisou os desdobramentos de grandes escândalos em tribunais espalhados pelo país. Excesso de artifícios protelatórios, investigações mal feitas e, principalmente, incapacidade da Justiça de dar andamento aos processos estão entre as principais explicações para a impunidade.

A lentidão do Judiciário aumenta os riscos de prescrição dos crimes, ou seja, o fim do prazo que a Justiça tem para dar a sentença.

O Globo entrevistou réus, advogados, policiais, promotores, procuradores e juízes para reconstituir detalhes das investigações e mostrar que fim levou cada caso. As entrevistas revelaram que os principais acusados não apenas estão livres como têm atuação pública ou nos bastidores com a mesma força de antes.

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