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26/11/2010 - 24 Horas News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Guias florestais tem falsificação grosseiras em Mato Grosso


As fraude e falsificações nas Guias Florestais, emitidas no Sistema de Gestão Florestal da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), segundo a Polícia Federal, são grosseiras. Elas são usadas para legalização de madeira extraídas ilegalmente de reservas indígenas localizadas no Noroeste de Mato Grosso. Nesta sexta-feira, seis pessoas foram presas, entre elas empresários do setor.

Mas fraudes, foram o identificadas centenas de guias de transportes de madeiras que informam o transporte de toras de madeira em motocicletas e veículos de passeio; guias com transporte de quantidade de madeira até três vezes superior à capacidade de carga do caminhão. A Polícia também encontrou guias com cadastro de placas de veículos inexistentes, guias cujo recebimento pelo destinatário foi praticamente “instantâneo”, já que a GF deve acompanhar a carga de madeira transportada, e considerando a distância – quilômetros – entre o plano de manejo e a madeireira, não poderia ter sido recebida ou “baixada” minutos após ter sido expedida; e guias com tempo incompatível com a distância a ser percorrida.

Em mais 20 laudos periciais, a PF constatou as seguintes fraudes nos planos de manejo: áreas em que constam emissões de GFs mas que não apresentam sinais de exploração florestal; áreas de manejo (exploração florestal) que extrapolam o perímetro aprovado/ delimitado pela Sema; áreas com exploração incompatível com a volumetria autorizada; intensidade de corte acima da capacidade de suporte da floresta; exploração de áreas de preservação permanente; aprovação pela Secretaria de Meio Ambiente de áreas com documentação adulterada; aprovação pela secretaria de planos de manejo em áreas já exploradas/ desmatadas; aprovação pela Sema de planos de manejo antes da aprovação da LAU (licença ambiental) da propriedade; e inserção de créditos florestais fictícios no Sisflora em favor de planos de manejo.

A partir da deflagração da Operação Jurupari, foram realizadas as operações Fazenda Brasil I e II, respectivamente em 7 de outubro e 18 denovembro, tendo a Operação Pharisaios procurado configurar as condutas delituosas praticadas pelos madeireiros e proprietários de planos de manejo.

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