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26/11/2010 - Bom Dia Sorocaba Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

A "pensão" 171 e outros golpes

Por: João Paulo Sardinha

Aproveitando o fim de ano, quando tem mais dinheiro circulando no Vale, quadrilhas de ‘forasteiros’ atuam na região e arrecadam milhares de reais.

Fim de ano, sinônimo de festas, presentes, compras e dinheiro no bolso (graças ao 13º, que injeta uma ‘bolada’ na economia). Mas onde há dinheiro, há quem queira tomá-lo.

Por isso, de olho na grana que circula na rica Vale do Paraíba nessa época do ano, quadrilhas de forasteiros criam ‘bases’ na região para aplicar golpes.

Ontem, policiais civis prenderam membros de dois grupos de estelionatários (do Rio de Janeiro e Rio Claro) que se estabeleceram no município.

Os lucros chegavam a R$ 30 mil por vítima. Um dos bandos, do Rio, estava em um hotel no centro. O outro alugou uma casa na zona oeste. Em ambos, os bandidos se identificavam como servidores de órgãos públicos, como o INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) e Receita Federal, e prometiam benefícios para as vítimas.

‘Conto do INSS’ dava lucro de R$ 30 mil

O golpe do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) começava quando Heni Doroti Cecarelli, 60 anos, apresentava-se à vítima como ex-funcionária do órgão. Ela dizia que, com sua influência podia facilitar a aposentadoria de qualquer pessoa.

Heni pedia um tempo e dias depois ligava dizendo que era possível fazer o serviço. Só que o interessado precisaria adiantar um valor, que seria pago a um servidor do instituto.

Mais tarde, Fábio da Silva, de 31 anos, fazendo-se passar por funcionário do INSS, ligava exigindo mais dinheiro - até R$ 30 mil.
O estelionatário foi preso em flagrante ontem, quando uma vítima combinou um pagamento em frente às Lojas Americanas no centro de São José. Policiais, que acompanhavam a vítima, prenderam Fábio. Já Heni conseguiu fugir. “O Fábio já tinha oito passagens por estelionato na região de Piracicaba. Aqui, fez umas 15 vítimas”, disse o delegado Antonio Sérgio Pereira, que conduziu o caso.

Uma prisão ocorreu no centro de São José e duas em Taubaté, por policiais civis do 3º e 7º DPs (Distrito Policiais) de São José.

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