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06/03/2006 - Correio do Estado Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Corrupção atingiria Governo e Judiciário


A Polícia Federal apurou que para manter o funcionamento "da estrutura criminosa", o Grupo Margen, parceiro da empresa Qualidade – Comércio, Importação e Exportação Ltda., mantinha tráfico de influência com o Governo de Mato Grosso do Sul, Secretaria de Estado de Fazenda e corrompia agentes públicos estaduais e federais (como em órgão do Ministério da Agricultura, no Estado), conforme consta no relatório que deu origem à denúncia do Ministério Público Federal à Justiça Federal, mais especificamente à 3ª Vara de Campo Grande, especializada em lavagem de dinheiro.

No caso de Mato Grosso do Sul, a PF apontou a necessidade de investigações sobre a empresa Qualidade em seu modus operandi, tráfico de influência e exploração de prestígio, sonegação fiscal (a cargo da Polícia Federal em Campo Grande), patrimônio, suspeita de corrupção no Judiciário, Secretaria de Estado e Polícia Militar. Com relação ao Grupo Margen no Estado, a apuração é sobre propriedade de ativos e empresas no exterior, sonegação fiscal, tráfico de influência, exploração de prestígio, corrupção de funcionários na Secretaria de Estado de Fazenda (apuração a cargo da Polícia Civil) e Ministério da Agricultura no Estado (investigação da PF) e quais as relações que mantinha com a Qualidade.


Crimes

As investigações levaram a PF a descobrir o envolvimento na máfia da carne mantida pelo Grupo Margen, não só de agentes públicos, mas também de advogados, contadores e despachantes. Os crimes apontados são diversos, como fornecimento de informações sigilosas da administração pública, remessa ilegal de dinheiro para o exterior, falsificação e destruição criminosa de documentos e indicação de servidores públicos corruptos para ocuparem cargos elevados na administração pública.

De acordo ainda com relatório das autoridades federais, constatou-se "influência quanto a resultado de decisões de magistrados de 1ª Instância e Tribunais", além de financiamento irregular de campanhas políticas, facilitação de emissão de CND (Certidão Negativa de Débito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), movimentação de ativos financeiros no exterior sem conhecimento da Receita Federal, por meio de empresas offshore, superfaturamento de imóveis dados em pagamento ou garantia ao fisco mediante laudos de avaliações falsas. Soma-se a isso, de acordo com a PF, tráfico de influência na própria Receita, INSS, Ibama, Ministério da Agricultura, governos dos Estados de Mato Grosso do Sul e Goiás, Polícia Militar de São Paulo, Polícias Rodoviárias Federal e Estadual, Secretarias de Fazendas de vários Estados, Polícia Federal, entre outros.

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