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11/11/2010 - O Globo Online / Valor Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Solução para Panamericano não exigiu dinheiro público, diz Meirelles

Por: Azelma Rodrigues


BRASÍLIA - O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, afirmou hoje que os problemas do banco Panamericano "não causaram uma crise sistêmica". Ele garantiu no Congresso que a autoridade monetária "agiu a tempo e a hora", descartando riscos de fraudes semelhantes em outras instituições financeiras.

O recado mais claro que Meirelles quis dar aos parlamentares foi: "O problema foi solucionado sem o uso de um centavo público", disse, lembrando que o grupo Silvio Santos, controlador do banco, tomou empréstimo de longo prazo de R$ 2,5 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

O presidente do BC rejeitou a comparação do socorro ao Panamericano com o Proer, programa que no passado deu socorro a várias instituições financeiras em dificuldade, principalmente a seus credores.

"Não há nenhuma similaridade com o Proer, quando o Banco Central usava dinheiro público em empréstimos que os bancos pagam até hoje, nas massas liquidadas", disse Meirelles."Agora, é uma operação privada."

Ele negou que o BC tenha errado ou demorado na identificação dos indícios de fraudes do Panamericano, que mantinha carteiras de crédito vendidas em seus balanços para simular lucros.

"Foi garantida a reconstituição da saúde financeira da instituição, onde o controlador garantiu o empréstimo com patrimônio pessoal, além de ter sido preservado o patrimônio dos acionistas minoritários, como a Caixa Econômica Federal", explicou Meirelles.

"O Banco Central (BC) foi até mais rápido do que os prazos legais exigem", concluiu ele, em rápida entrevista no gabinete do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), antes de participar de sessão na Comissão Mista do Orçamento. Sarney cedeu seu espaço a Meirelles, depois de justificar sua ausência da sala por "não estar envolvido e desconhece os problemas do Banco Central".

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