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06/11/2010 - pe360graus Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF brasileira participa de rede mundial de combate a crimes

Os adidos policiais não dão maiores detalhes, para não atrapalhar as investigações.

Policiais Federais brasileiros agora fazem parte de uma rede mundial de combate a diversos tipos de crime.

Aeroporto internacional Charles de Gaulle, Paris. Policiais federais brasileiros acompanham a operação da alfândega e da polícia da França.

A missão: identificar e prender traficantes de cocaína que chegam em voos vindos do Brasil.

E também evitar que traficantes de ecstasy embarquem rumo aos aeroportos brasileiros.

Para esse tipo de operação conjunta, a polícia brasileira espalhou agentes pelo mundo. E Paris é o centro geográfico das operações na Europa.

Daqui, interagem com as autoridades: 20 embaixadas locais e com os agentes baseados em outras vinte embaixadas do Brasil na Europa, na Ásia, na África e nas Américas.

Juntos, formam uma rede mundial de policiamento que se estende por 188 países.

Antes da internacionalização, a Polícia Federal estava presa entre as fronteiras da burocracia. Documentos se perdiam na lentidão de carimbos e assinaturas. O passaporte de um brasileiro preso em Paris, por exemplo, levava até três anos para ser conferido em Brasília.

Agora, isso acontece em menos de 24 horas. Resultado: a média de procurados internacionais presos pela Polícia Federal passou de 21 para 82 por ano.

"Os grandes casos ultimamente levados a efeito pela Polícia Federal seja na repressão ao crime fazendário, seja na repressão à corrupção, ao tráfico de drogas, ao contrabando, e principalmente ao crime ambiental, sempre há uma perna no exterior", diz o delegado da Policia Federal, Jorge Barbosa Pontes.

Foi essa rede mundial de policiais que permitiu o sucesso, por exemplo, da operação carrossel, que levou à prisão de 121 pedófilos no Brasil e em mais sete países.

A operação Oxossi, que desarticulou uma quadrilha de tráfico de animais, e prendeu 70 pessoas ao redor do mundo.

A operação Nautilus, que reprimiu a extração e o comércio internacional de fragmentos de recifes e corais brasileiros.

Além da localização, prisão e extradição do ex-banqueiro Salvatore Cacciola, que era o procurado número um da justiça brasileira.

O chefe da polícia francesa diz que um terço das operações internacionais da Interpol tem hoje a força da Polícia Federal do Brasil.

“Nós já tínhamos adidos policiais na embaixada em Brasília desde 1992. Agora, o intercâmbio se completa. É um prazer trabalhar em harmonia com agentes brasileiros. Quem ganha é a população, as pessoas de bem.”

Entre os próximos alvos, estão a lavagem de dinheiro e a corrupção internacional.

Na mira dos agentes, paraísos fiscais e empresários brasileiros que corrompem autoridades no exterior - ou estrangeiros que promovem a corrupção no Brasil.

Os adidos policiais não dão maiores detalhes, para não atrapalhar as investigações.

Mas garantem que será uma das maiores operações contra o crime organizado do planeta.

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