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21/06/2007 - Cidade Biz Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Riscos de fraude e corrupção inibem investimentos em países emergentes


A percepção de elevado risco de fraudes e corrupção fez com que uma a cada cinco companhias multinacionais deixassem de realizar investimentos em algum país emergente, mostra estudo da Ernst & Young.

“Entre as 586 empresas pesquisadas, 10% já deixaram de tomar decisão de investir em algum país em desenvolvimento em função da percepção de fraude”, destacou José Francisco Compagno, sócio da área de investigação de fraudes da consultoria, que participou nesta quinta-feira de reuniçao do comitê de Finanças da Amcham-São Paulo.

Segundo ele, o levantamento foi feito em 2006 com empresas globais que atuam em mercados desenvolvidos e em desenvolvimento. As entrevistas com líderes das corporações foram conduzidas em 19 países, oito deles considerados emergentes: Brasil, China/Hong Kong, Índia, México, Polônia, Rússia, Cingapura e África do Sul.

“Entre os tipos de fraude, a diferença dramática está na questão da corrupção e das propinas nos meios privados. A percepção é muito maior nos países em desenvolvimento”, comentou Compagno.

A pesquisa mostra que 48% dos consultados vêem corrupção ou propina como uma ameaça nos mercados emergentes, enquanto apenas 20% enxergam a mesma dificuldade nos países desenvolvidos. Nos outros itens avaliados, a percepção de fraudes é maior nos mercados desenvolvidos:

• Apropriação indébita de ativos: 14% apontam risco nos emergentes e 18% nos desenvolvidos.
• Fraudes nas demonstrações financeiras: 10% nos emergentes e 20% nos desenvolvidos.
• Fraude interna em conluio com outras empresas e pessoas: 20% emergentes e 31% nos desenvolvidos.

Na avaliação do especialista da Ernst & Young, esse resultado diferenciado é uma conseqüência de que as empresas dos países desenvolvidos estão mais estruturadas para identificar, combater e mitigar a fraude. Já nos emergentes, o estágio de desenvolvimento dos controles internos é menor.

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