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31/10/2010 - Mídia News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Empreiteiras acusadas de fraudes podem retomar obras

Por: Isa Sousa

Prefeito Chico Galindo e Consórcio Cuiabano discutem se haverá nova licitação.

Apesar de entendimento amigável entre a Prefeitura de Cuiabá e o Consórcio Cuiabano, responsável pelas obras do Programa de Aceleração do Crescimento 1 (PAC1) e formado pelas empresas Concremax, Três Irmãos, Lumen, Gemini e Encomind, a discussão para decidir quem comandará as obras ainda não foi definida.

Segundo o advogado do Consórcio, Francisco Faiad, desde agosto do ano passado, reuniões estão sendo feitas para que o melhor caminho seja tomado. Na semana passada, mais um encontro foi realizado entre o prefeito Chico Galindo e os representantes das empresas. Outra reunião já está agendada para esta semana.

"O que queremos é definir, o mais rápido possível, se as empresas retomarão as obras ou se haverá abertura de uma nova licitação. De qualquer modo, tanto a empreiteira não quer prejudicar o recomeço das obras quanto o prefeito reconhece o direito que elas têm", disse Faiad ao MidiaNews.

Outro ponto positivo avaliado pelo advogado é a participação mais incisiva do Governo do Estado nas negociações. No começo deste mês, Galindo esteve em reuniões com o governador Silval Barbosa (PMDB), definindo datas e possibilidade de novos recursos ou, até mesmo, a viabilidade de o Estado assumir o PAC.

As obras do programa, que foram paralisadas em agosto do ano passado depois que a Polícia Federal deflagrou a Operação Pacenas, após denúncias de que houve fraude nas licitações, devem começar ainda este ano.

Para o PAC 1 estão previstos um investimento de R$ 236 milhões em obras de saneamento básico (esgoto), abastecimento de água, habitação, asfalto e infraestrutura em bairros da Capital.

Pacenas

Durante a execução da Operação Pacenas, a Polícia Federal prendeu 11 pessoas, como o ex-procurador-geral de Cuiabá, José Antônio Rosa, e diversos empreiteiros, justamente os que ganharam as concorrências.

A operação foi deflagrada em 10 de agosto e se deu com base em escutas telefônicas que mostram ligação de empresários, servidores públicos e dirigentes do Sindicato da Construção Civil (Sinduscon) e Sindicato da Construção Pesada (Sincop).

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