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30/10/2010 - Tribuna do Brasil Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Quadrilha que clonava cartões foi desbaratada

Por: Polyana Nicolau

Ampliar imagem Dois acusados já estão atrás das grades. Outros quatro foragidos.

A Polícia Civil apresentou dois integrantes de uma quadrilha especializada na clonagem de cartões de crédito. Sandro Francisco Barbosa, 38 anos, e Tiago de Araujo Jesus, 24, foram presos na manhã de ontem, por volta das 9h, em uma residência localizada na QS 12, conjunto 5B, no Riacho Fundo. As identidades dos acusados serão levadas e analisadas no Instituto de Criminalística (IC) para confirmação dos nomes.

Outros quatro integrantes do bando estão foragidos. Destes, apenas um já foi identificado. Trata-se de Geovan Henrique Braga de Oliveira, 20 anos, que já tinha antecedentes criminais por estelionato e era procurado pela Delegacia de Defraudação e Falsificação (DEF). O caso foi registrado na Delegacia de Repressão a Roubos (DRR).

De acordo com o delegado-chefe, Érito Cunha, os agentes da DRR receberam um telefonema anônimo através do número geral da Polícia Civil, 197, de que havia uma quadrilha especializada em estelionato na área do Riacho Fundo.

“Em diligências, os policiais foram para o local e encontraram a dupla saindo da residência. Na ocasião, de imediato, eles já apresentaram as identidades falsas. Quando os agentes entraram na casa, foi apreendido um vasto material utilizado na prática delituosa. Mais de 200 cartões clonados, equipamentos conhecidos como "chupa cabras", espelhos de identidade em branco, máquinas para confecção de cartões, e outros”, disse Cunha.

O delegado explicou como era o modo operante dos acusados de estelionato, e acredita ainda que comerciantes possam ter possibilitado a atuação da quadrilha, deixando máquinas de cartões similares às reais nos estabelecimentos comerciais.

“A vítima, ao inserir o cartão, tinha todos os dados copiados. Com as informações obtidas, o bando repassava os dados para o computador, e em seguida produzia as documentações falsas. Eles também fazem o depósito em um envelope sem dinheiro onde saia o extrato da pessoa. Assim, eles confirmavam os dados de suas vítimas. Ainda não temos o número de pessoas que caíram no golpe”, encerrou o titular da DRR.

Punição

Os acusados vão ser indiciados por formação de quadrilha, fabricação de documentos público e privados. A polícia também encontrou uma substância que será analisada pelo IC. Se for verificado que se trata de entorpecentes, eles também responderão por tráfico de drogas.

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