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26/10/2010 - Alagoas em Tempo Real Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia Federal pede prisão preventiva de acusados na Operação Caetés

Por: Amanda Farias


A Polícia Federal vai solicitar a prisão preventiva de sete dos oito presos na Operação Caetés, deflagrada na última quinta-feira, 21, em Arapiraca e mais quatro municípios.

De acordo com a assessoria de imprensa, o prazo da prisão temporária acaba amanhã, 26. Um deles deve ser liberado. Aos outros sete restará cumprir o novo prazo. O presidente do inquérito, André Costa, pedirá à Vara Federal a preventiva para assegurar a apuração das informações e provas relativas à operação.

O integrante que será liberado foi beneficiado com a delação premiada, por ter contribuído com as investigações. A assessoria não quis revelar o nome.

A prisão preventiva é uma prisão cautelar que visa prevenir novos crimes ou ainda que o réu prejudique, em liberdade, a colheita de provas ou fuja. Este tipo de prisão não tem prazo determinado. Deverá durar o tempo que necessitar à conclusão do inquérito, oitiva de testemunhas e realização de busca e apreensão.

Operação Caetés

A Operação “Caetés” foi solicitada pelo Ministério Público Federal (MPF), com colaboração da Controladoria Geral da União (CGU) e Secretaria da Fazenda (Sefaz), além da PF. Além de Arapiraca, os municípios de Craíbas, Traipu, Limoeiro de Anadia e Lagoa da Canoa também estão sendo investigados.

Durante operação, 16 mandados de busca e apreensão foram cumpridos e deflagradas as prisões de oito pessoas envolvidas em fraudes de licitações e compras irregulares de alimentos para a merenda escolar. Sete suspeitos foram presos, são eles: José Maurício Miranda de Lira, Ireslene Barbosa de Almeida, Peterson Melo, Maria Arlenilde Nascimento, José Aluísio Limeira e o filho dele Aluísio Limeira.

O último integrante acusado de envolvimento em fraudes, o empresário Luiz Carlos Correia Costa, proprietário do Supermercado São Luiz, em Arapiraca, se apresentou na manhã de sexta-feira.

O delegado Maurício Coelho disse, em entrevista coletiva na tarde de quinta-feira, 21, que as investigações ainda estão sob sigilo. De acordo com o superintendente da PF, Amaro Vieira, as empresas que fornecem merenda para as prefeituras combinavam o preço dos produtos por um valor não muito favorável.

O prejuízo até agora, segundo a PF, foi de R$ 8 milhões. A investigação, que durou seis meses, tem foco nos anos de 2007 a 2009 e, de acordo com a polícia, existem ainda outras licitações em análise.

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