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29/10/2010 - SIC Online / Lusa Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Advogada suspeita de burla no caso BPN com Termo de Identidade e Residência


A advogada Teresa Rodrigues, detida na terça feira no âmbito de uma investigação relacionada com o caso BPN, saiu hoje em liberdade com Termo de Identidade e Residência (TIR) após ser ouvida no Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC).

O seu advogado de defesa, Miguel Reis Aires, disse aos jornalistas que Teresa Cantanhede Rodrigues está indiciada por fraude fiscal qualificada, entre outros crimes que não especificou, adiantando que a arguida saiu em liberdade sem caução e que "pode voltar ao seu local de trabalho".

Instado a comentar a duração do interrogatório, que se iniciou hoje de manhã, o causídico admitiu que foi "muito tempo", justificando que "a Justiça tem os seus mecanismos".

Quanto ao facto de Teresa Rodrigues ter permanecido detida até hoje, acabando por sair em liberdade, Miguel Reis Aires comentou que essa situação mostra que "o sistema judicial funciona bem, porque aplica a medida de coação adequada frente à factualidade que tem".

Entretanto, o advogado José António Barreiros, que representa dois arguidos detidos por suspeita de burla no mesmo processo, afirmou que os seus clientes só vão começar a ser ouvidos na sexta feira de manhã.

O advogado escusou-se a dar mais informações sobre as suspeitas que recaiem sobre os seus clientes - o ex-advogado e empresário Carlos Marques e o advogado Diamantino Morais.

A audição destes dois arguidos será feita pelo juiz do TCIC, Carlos Alexandre, estando o início do interrogatório de sexta feira marcado para as 9h00.

A Polícia Judiciária (PJ) emitiu hoje um comunicado a referir que deteve três pessoas suspeitas de burla e apreendeu carros de gama alta, armas de fogo, dinheiro e documentação relativa a "offshores", no âmbito de um processo do dossier BPN.

Nos últimos dois dias, a PJ efetuou 55 buscas em escritórios de advogados, notários, uma câmara municipal, contabilistas, empresas de avaliação imobiliária, instituições de crédito e sociedades financeiras.

A operação de combate à corrupção, designada "Rollerball", que além da PJ envolveu magistrados do Ministério Público e judiciais, resultou na apreensão de enorme quantidade de documentação (inclusive relativa a sociedades "offshore"), contabilidade, suportes digitais e computadores, carimbos e selos brancos, cinco armas de fogo e mais de cem mil euros em dinheiro.

Na operação, além das pessoas detidas, outras seis foram constituídas arguidas.

O início do julgamento do ex-presidente do BPN, Oliveira e Costa, está marcado para 15 de dezembro próximo, depois de ter sido adiado.

Oliveira e Costa, em prisão domiciliária desde 21 de julho de 2009, é acusado de crimes como abuso de confiança, burla qualificada, falsificação de documento e branqueamento de capitais.

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