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25/10/2010 - Mídia News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Cuiabano é preso no Rio acusado de fraudes em sinais de internet

Por: Antonielle Costa

Marcos Vinicius Parreira é acusado de formação de quadrilha, estelionato e furto, mediante fraude contra a telefônica Oi.

O cuiabano Marcos Vinícius Mundim Parreira, conhecido como "Marquinhos Pinta", foi preso durante a "Operação Veloz", desencadeada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, na semana passada. Ele foi detido por policiais da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), no condomínio de luxo Península, localizado na Barra da Tijuca.

Marcos Parreira é acusado de formação de quadrilha, estelionato e furto mediante fraude. A prisão foi decretada pela Justiça Estadual, sendo revogada na última sexta-feira (22).

Contatado pela reportagem por telefone, no Rio de Janeiro, o coordenador da operação, o delegado Marcelo Martins, explicou que Marcos Parreira integrava um esquema de fraudes contra a empresa de telefonia Oi/Telemar e seus clientes.

Ele é proprietário da empresa Atende Rio, uma terceirizada que vendia produtos e serviços da Oi e seus funcionários furtavam senhas da companhia, para praticar ações irregulares.

O irmão de Marcos Parreira, Orestes Parreira Júnior, também teve a prisão decretada pela Justiça, no entanto, não foi preso por estar fora do país. Segundo Marcelo Martins, Orestes era sócio do irmão e, na data da prisão, estava em Miami, nos Estados Unidos.

Segundo o delegado, a quadrilha agia no recebimento indevido de comissões, realizando prestações de serviços irregulares de acesso à Internet e aumentando indevidamente a velocidade da conexão de alguns usuários.

O bando também atuava na redução de valores das tarifas telefônicas. Eles cobravam cerca de R$ 500 de cada usuário, por exemplo, para criar disponibilidade de uso de uma internet banda larga, em uma região onde este acesso não seria viável.

Na operação, foram cumpridos 31 mandados de busca e apreensão e cinco prisões temporárias. Além de Marcos Parreira foram presos Tatiana Brusamarello e seu marido Paulo Brusamarello e Jorge Anderson Bessa, que seria o responsável por acessar dados de dentro da empresa.

As investigações tiveram início em novembro de 2009, a partir de uma denúncia da empresa. Informações dão conta de que o bando atuava em outros Estados, como Bahia, Ceará e Pernambuco, faturando cerca de R$ 100 mil por mês. Ao todo, 25 pessoas foram indiciadas na ação.

Usuários

O delegado Marcelo Martins afirmou que os usuários do esquema fraudulento também serão investigados. "Vamos investigar todos os usuários que utilizavam estes serviços das empresas lesadas, para verificar se essas pessoas sabiam ou não da procedência ilegal da conexão utilizada", disse.

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