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26/10/2010 - O Estado de São Paulo / Ag. Estado Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF prende mais sete por fraudes no Amapá

Por: Alcinéa Cavalcante

É a 3ª fase da Operação Mãos Limpas, que em setembro prendeu o governador, o[br]ex-governador e mais 16.

A Polícia Federal prendeu hoje em Macapá sete pessoas na terceira fase da Operação Mãos Limpas. Foram expedidos 18 mandados de busca e apreensão e 25 de condução coercitiva, mas nem todos foram cumpridos.

Das pessoas presas, quatro são parentes do prefeito Roberto Góes e do ex-governador Waldez Góes (ambos do PDT). Os presos são Hércia Souza, Jardel Pereira Góes, Hugo Góes, Luís Adriano Ferreira, Humberto Pereira Góes, Carlene Gemaque e Alexandre Albuquerque. Eles foram transferidos no início da noite de ontem para Brasília, em avião da Força Área Brasileira (FAB), e ficarão à disposição da superintendência da Polícia Federal.

A PF não divulgou os nomes dos que foram conduzidos coercitivamente para prestar depoimento. O Estado apurou que um deles é Roberto Góes. Ele foi conduzido à sede da PF em Macapá por volta das 6 horas de ontem e liberado menos de duas horas depois.

Ao Estado, o prefeito disse que respondeu perguntas sobre os processos de licitação e compras feitos pela Prefeitura. "Foram perguntas básicas", disse. Esta é a segunda vez que Roberto Góes é obrigado a prestar depoimento. A primeira foi em 10 de setembro, quando a Operação Mãos Limpas foi deflagrada.

Dos sete presos, seis tinham cargos na prefeitura, mas foram exonerados na primeira fase da operação, em setembro, quando foram citados no inquérito ou levados para prestar depoimento.

Esquema. A Operação Mãos Limpas tem como objetivo prender uma organização criminosa composta por servidores públicos, agentes políticos e empresários que praticava desvio de recursos públicos do Estado do Amapá e da União. Em 10 de setembro, 18 pessoas foram presas, incluindo o governador Pedro Paulo Dias (PP), o ex-governador Waldez Góes, o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Júlio Miranda, e o secretário da Justiça e Segurança Pública, Aldo Ferreira. A PF conduziu 87 pessoas para prestar depoimento e cumpriu 94 mandados de busca e apreensão. Mais de R$ 1 milhão de reais foram apreendidos, além de carros de luxo e um avião. Miranda e Ferreira continuam presos.

Uma semana depois foram presos o ex-secretário de Planejamento Armando Ferreira e o policial federal aposentado Jasildo, que trabalhava no setor de inteligência da secretaria de Justiça e Segurança Pública. Segundo a PF, os envolvidos estão sendo investigados pelos crimes de corrupção ativa e passiva, peculato, advocacia administrativa, ocultação de bens e valores, lavagem de dinheiro, fraude em licitações, tráfico de influência e formação de quadrilha.

Mãos Limpas

87 pessoas
foram conduzidas coercitivamente para prestar depoimento

94 mandados de busca e apreensão foram cumpridos

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