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25/10/2010 - Diário do Nordeste Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Prejuízo deve ser de R$ 900 mi


Os bancos devem contabilizar, até o fim de 2010, cerca de 900 mil transações fraudulentas, cada uma com valor médio de R$ 1 mil. Ou seja, neste ano, serão roubados R$ 900 milhões das contas dos brasileiros - até junho, já foram R$ 450 milhões. Os dados foram divulgados pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em agosto. Cartões de crédito e débito são a principal origem das fraudes.

Os criminosos clonam os cartões ou utilizam os dados roubados para efetuar compras ou sacar dinheiro em caixas eletrônicos. O Código de Defesa do Consumidor estabelece que o chamado "ônus da prova" cabe à empresa, e não ao cliente. Por isso, se o consumidor alega que não foi ele que fez a operação, cabe ao banco provar que foi, ou então ressarcir o cliente.

"Quando a transação efetuada pelo criminoso é muito diferente daquela que costuma ser praticada pelo cliente a situação de fraude fica clara e o banco se vê obrigado a devolver o dinheiro", declara Raphael Loschiavo, especialista em Direito Digital. "O problema é quando a transação tem características semelhantes àquelas feitas rotineiramente pelo consumidor. Aí surge a dúvida se o cliente foi roubado ou se está forjando a fraude", diz. Neste caso, cabe à Justiça definir quem está com a razão.

Para desenhar o perfil de cada cliente, os bancos têm um sistema de segurança que identifica seus hábitos. Tudo para tentar evitar fraudes. Quando o comportamento foge da regra, o sistema tende a ser acionado, seja para que o banco impeça a transação ou ao menos avise o cliente antes de conclui-la.

Esse modelo costuma funcionar bem, em especial quando se trata de altos valores. "O sistema funciona como uma espécie de zagueiro, que está lá como uma última proteção", atesta Hugo Costa, diretor nacional da ACI Worldwide, empresa que fabrica alguns desses softwares utilizados pelos bancos. "Quando acionamos o software é porque várias outras fragilidades do sistema já foram exploradas." Costa afirma que cartões sem chip, só com a tarja magnética, são muito mais vulneráveis. Mas boa parte dos problemas ocorre não apenas por falta de segurança no sistema financeiro, e sim por ingenuidade ou descuido do consumidor.

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