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25/10/2010 - Alagoas 24 horas Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

MP e Polícia Civil prendem quadrilha de “falsa médica” em Capela


Através de denúncia anônima feita ao Promotor de Justiça Dr. Henrique Ribeiro Cardoso, da Promotoria de Justiça de Capela/SE, a Polícia Civil e o Ministério Público de Sergipe efetuaram, no último dia 20, a prisão em flagrante delito de Mônica Virgínia Cruz Meneses de 37 anos, Marcos Gomes Souza de 42 anos e José Erivaldo de Oliveira de 50 anos.

Os três suspeitos agiam conjuntamente. Mônica Virgínia passava-se por Médica Homeopata e atendia gratuitamente, na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Capela, lavradores capelenses, prometendo cura para doenças como AIDS, diabetes, etc. Para isso, ministrava substâncias não químicas, denominadas pela falsa médica de “nosódios”.

Com ela foram apreendidos papéis com propaganda enganosa que propagavam os “milagres de cura” propiciados pelos “nosódios”. Tais papéis eram distribuídos para a população que comparecia em massa a sede do Sindicato, em busca de cura para seus males.

Apesar de “consultar” gratuitamente, os remédios eram receitados e vendidos, numa demonstração de conduta considerada antiética, antiprofissional e reprovável perante o Conselho Regional de Medicina – CRM.

Foram também apreendidos no local vários frascos de “remédios” e sacos de suplementos, além de duas carteiras funcionais falsas que caracterizam profissionalmente a flagranteada como “homeopata”. Os parceiros de Mônica, Marcos e José Erivaldo, eram ajudantes na operação e prestavam serviços como “assistentes” e “secretários” da falsa médica.

Os suspeitos deverão responder pelo crime, em tese, de exercício ilegal da medicina – art. 282 do Código Penal - e seus atos estão em desacordo com a Portaria nº 971/2006 do Ministério da Saúde. Além disso, responderão também por delito, em tese, previsto no art. 283 do CP , charlatanismo. O Ministério Público e a Polícia Civil de Capela efetuaram a prisão, o auto de prisão em flagrante – APF foi lavrado, mas os suspeitos não foram recolhidos ao cárcere, haja vista que tais crimes permitem liberdade provisória com fiança.

“É mister reconhecer o excelente desempenho da Polícia Civil local”, comentou Dr. Henrique Ribeiro. O Promotor informou que, durante a operação, também foram apreendidos documentos comprobatórios de que crimes como este estão sendo praticados em vários Municípios sergipanos. “Os suspeitos agem sempre através dos Sindicatos dos Trabalhadores Rurais”, alertou.

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