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21/10/2010 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Alagoas: fraude em merenda escolar causou rombo de R$ 8 milhões, diz PF


MACEIÓ - A Operação Caetés desencadeada pela Polícia Federal em Alagoas nesta quinta-feira cumpriu sete mandados de prisão temporária e 16 de busca e apreensão, todos determinados pela 8ª Vara da Justiça Federal, contra acusados de envolvimento em supostas fraudes de licitação para compra de merenda escolar. A ação policial aconteceu nos municípios de Arapiraca, Lagoa da Canoa, Maceió, Limoeiro de Anadia, Craíbas e Traipú. Segundo a PF, o 'rombo' deixado com a dobradinha feita pelos empresários é estimado em R$ 8 milhões, desviados dos cofres públicos.

As sete pessoas presas nesta quinta-feira podem ser condenados a até 19 anos de prisão com base nos artigos 288 e 312 do Código Penal Brasileiro e 90 da Lei 8666/93, cujos crimes são referentes à formação de quadrilha e peculato.

Os suspeitos são José Maurício Miranda de Lira, Maria Arlenilde Nascimento, Ireslene Barbosa Almeida, José Aloísio Limeira, Aloísio Nascimento Limeira, estes últimos pai e filho, respectivamente. Eles foram levados para o Instituto Médico Legal Estácio de Lima. Após exame de corpo de delito, seguiram para a sede da Superintendência da PF, onde estão presos.

Informações dão conta de que os policiais chegaram até a sede da Prefeitura em Lagoa da Canoa. Já em Arapiraca, guarnições teriam parado em dois supermercados e três residências, cujos proprietários ainda não foram identificados.

O delegado federal Maurício Coelho relatou que as investigações ainda estão acontecendo e, por isso, os resultados dos interrogatórios também não poderão ser divulgados.

As investigações começaram há cerca de seis meses, com participação conjunta entre Ministério Público Federal, Controladoria Geral da União, Procuradoria da República e Polícia Federal. Segundo o procurador da República, José Godoy, elas foram iniciadas após denúncias ao site do MPF que partiram de cidadãos dos municípios de Limoeiro de Anadia e Lagoa da Canoa. As primeiras fraudes foram encontradas em Traipu e Lagoa da Canoa. Segundo Godoy, nenhum servidor público teve mandado de prisão.

Os empresários combinavam preços previamente para inscrição em licitações, revezando assim o mérito de contratação os municípios. As sete pessoas ficam presas por cinco dias e, caso seja solicitado, o prazo pode ser prorrogado por mais cinco.

O próximo passo, segundo Vieira, é uma análise feita por peritos na documentação apreendida e nos computadores da empresa.

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