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19/10/2010 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Vinte e quatro são presos pela PF acusados de esquema de fraude em financiamentos de carros na Grande BH


SÃO PAULO - Vinte e quatro pessoas foram presas, nesta terça-feira, pela Polícia Federal acusadas de falsificar documentos para obter empréstimos bancários e financiamento de veículos de forma fraudulenta na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Uma outra pessoa, acusada de ser um dos chefes do esquema, está foragida. Para cometer o crime, o grupo falsificava carteiras de identidade, CPFs, carteiras de habilitação, comprovantes de renda, comprovantes de endereço e extratos bancários.

Entre os detidos, segundo a Polícia Federal, estão 16 funcionários de concessionárias de automóveis. Batizada de Engodo, a operação cumpriu ainda 34 mandados de busca e apreensão expedidos pela Vara de Inquéritos Policiais da Justiça Estadual de Belo Horizonte. Dentre os materiais apreendidos estão, entre outros, três carros, materiais de informática, munição, documentos falsos e boletos bancários.

O esquema envolvia funcionários de nove concessionárias e revendas de veículos de Belo Horizonte, Contagem e Caeté, que utilizavam as fraudes para obter financiamento a clientes que não possuíam condições financeiras para compra de veículos. Conforme apuração da Polícia Federal, as negociações entre os falsificadores e as lojas de veículos eram comuns.

Além das fraudes em financiamentos, a quadrilha aplicava golpes. Um deles é conhecido como gole do 'tumulto' ou "golpe do carro financiado". Consiste na compra de determinado veículo, financiado, com o uso de documentos falsos em nome de terceiros. Com o carro na mão, os bandidos revendem no mercado paralelo a um preço bem abaixo do seu valor de mercado. Por exemplo, um veículo com valor de R$ 14 mil era vendido pela quadrilha nos meios ilícitos pela quantia de R$ 4 mil.

A PF afirma que, segundo informações obtidas com as instituições financeiras, Minas Gerais é o estado com maior número de fraudes em financiamento de veículos.

Este tipo de crime afeta também o consumidor comum, pois aumenta a taxa de inadimplência e encarece os empréstimos.

Os veículos vendidos no mercado paralelo, em nome de laranjas, geralmente não recolhem impostos e não pagam as multas de trânsito.

De acordo com a PF, as investigações começaram depois que um policial federal de Brasília teve seus documentos pessoais clonados em Belo Horizonte. A quadrilha passou então a aplicar vários golpes, entre eles abertura de contas bancárias em várias instituições financeiras, aquisição de empréstimos, abertura de crédito em lojas de departamento, compras fraudulentas de bens móveis, tais como roupas, eletroeletrônicos e carros, assinatura de telefone e TV à cabo, dentre outros.

A PF afirma que inúmeras pessoas tiveram seus documentos clonados e tiveram grandes prejuízos com a atuação da quadrilha.

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