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16/10/2010 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Secretaria de Segurança do Rio investiga contratação de falso militar

Órgão levou 45 dias para descobrir a fraude e admite falhas no processo. Homem foi preso na sexta (15), após segunda passagem pela secretaria.

A Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro admitiu que houve falhas no processo de contratação do funcionário que se passava por tenente-coronel do Exército e foi preso na sexta-feira (15), após levar 45 dias para descobrir a fraude. Como o falso militar já tinha ocupado um cargo no mesmo órgão entre 2003 e 2006, a subsecretaria de inteligência quer saber de que forma servidor foi contratado nesse período, se ele foi indicado por alguém e se isso facilitou a volta dele ao cargo este ano.

O funcionário da Secretaria de Segurança teve a nomeação publicada há três meses no Diário Oficial como coordenador da subsecretaria de planejamento e integração operacional . O cargo, segundo a secretaria, permitia que ele auxiliasse a distribuição de efetivo e o planejamento do trabalho integrado das polícias.

Apesar de não ser uma exigência para ocupar o cargo, o homem se apresentou como tenente-coronel do Exército, com uma xerox colorida do falso documento. A mesma patente aparece em outro documento, que dava autorização ao funcionário para dirigir carros oficiais.

Erros na falsificação

Na carteira militar apresentada pelo funcionário havia pelo menos 10 erros na falsificação, como a inversão do nome dos pais e o tamanho do brasão do Exército.

"O documento que ele apresentou em primeira mão a gente teve que fazer uma investigação", disse o subsecretário de inteligência do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, que admitiu que o procedimento deveria ter sido adotado antes da contratação do servidor. "Até sim. Ele foi indicado, nós fizemos... O que importa é que nós fizemos o monitoramento e nós prendemos".

Além dos documentos falsos, um revólver foi apreendido com o homem no momento de sua prisão. Segundo o delegado Ricardo Domingues, o falso militar confessou o crime e disse que a arma pertencia ao pai dele.

A secretaria afirmou ainda que o preso é filho de um militar e, por isso, conhece toda a documentação necessária para fazer falsificações.

O falso militar vai responder por porte ilegal de arma, falsidade ideológica e falsificação de documentos.

O caso foi registrado na 4ª DP (Praça da República) no início desta semana.

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