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15/10/2010 - EPTV.com Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Decretada prisão de advogado suspeito de falsificar procurações

Fraude tinha o intuito de recuperar dinheiro de antigos planos econômicos em nome de pessoas mortas.

O advogado José Fernando Menon, de Santa Rita do Passa Quatro, teve a prisão preventiva decretada a pedido do promotor de Justiça de Ribeirão Preto Aroldo Costa Filho, na quinta-feira (14). Menon é investigado por suspeita de falsificar assinaturas de pessoas mortas em procurações, para reaver dinheiro de planos econômicos.

O Ministério Público pediu a prisão depois que Menon foi indiciado pela Polícia Civil em nove inquéritos, acusado de falsidade ideológica e uso de documento falso. A polícia ainda investiga outras 67 denúncias contra ele.

O mototaxista Fernando da Silva Vicente, que confessou ter recebido R$ 12 mil de Menon para servir de “laranja” do esquema, e a advogada Neusa Ugattis afirmaram que estão recebendo ameaças por delatar a suposta fraude.

O advogado Fábio Frutuoso, que defende o acusado, entrou com pedido de revogação da prisão preventiva e vai pedir o habeas corpus na próxima segunda feira (18). Menon foi levado para o Centro de Triagem de São Carlos.

Entenda o caso

Em abril deste ano, o Jornal Regional mostrou o caso, após a denúncia da advogada. Segundo ela, sete de seus clientes foram prejudicados por Menon.

A suspeita começou quando Neusa viu uma procuração com o nome de Marli Hilário, uma cliente que morreu em julho de 2008. Apesar disso, o documento para o advogado foi assinado em janeiro deste ano.

Na ocasião, Neusa disse que o documento era falso e o objetivo seria iniciar o processo para reaver na Justiça as diferenças dos planos econômicos. O advogado negou todas as acusações.

Em agosto, o Tribunal de Ética da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Ribeirão Preto julgou a conduta do profissional. Como o caso corre em segredo de Justiça, o resultado não foi divulgado. Na época, Menon disse que iria recorrer se fosse expulso da entidade.

Em um novo depoimento no dia 22 de setembro, o mototaxista Fernando Vicente disse que recebeu R$ 12 mil do advogado para assumir o esquema de falsificação. No depoimento anterior, em maio, ele tinha assumido o crime e alegado que o advogado José Fernando Menon, que entrava com os processos, era inocente.

Vicente confessou ainda que recebeu dinheiro para enviar uma carta de ameaça, com munição e cocaína, à advogada Neusa.

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