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18/10/2010 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Empresas perdem mais dinheiro com fraudes eletrônicas do que com roubos físicos


LONDRES - Pela primeira vez empresas estão relatando mais perdas com fraudes eletrônicas do que roubos físicos de bens e o Brasil é o terceiro país com maior nível de fraudes - por aqui 90% das companhias já tiveram problemas com cibercriminosos. A China é apontada como o país com maior nível de fraude, com 98% das empresas afetadas, seguida por Colômbia (94%), de acordo com um relatório anual divulgado pela consultoria Kroll.

A maioria das fraudes são feitas por funcionários das próprias empresas, indica a pesquisa que ouviu mais de 800 executivos de todo o mundo. Por medo desses golpes, muitas companhias têm adiado sua expansão para mercados emergentes. O estudo mostra que as perdas com fraudes cresceram para US$ 1,7 milhão por bilhão de dólares negociados, contra US$ 1,4 milhão no ano passado.

- O crescimento da fraude depende mais de oportunidade que qualquer outra coisa - diz Tommy Helsby, da Kroll - Hoje fazemos muito mais trabalhos eletronicamente e isso cria oportunidades de fraudes. Leva tempo para as empresas acompanharem esse processo.

Relatórios anteiores mostravam que o roubo físico de dinheiro e bens era de longe a forma de fraude mais difundida. Neste ano, os golpes eletrônicos chegaram a 27,3% do total, contra 27,2% dos roubos físicos. Indústrias baseadas em informação - particularmente as que prestam serviços financeiros - são as mais afetadas, seguidas por serviços profissionais, os de tecnologia, mídia e telecom.

- Há um amplo aspectro de perigos - diz Helsby - Desde roubo simples até o prejuízo da reputação com a perda dos dados de clientes.

Funcionários junior e gerentes são os maiores responsáveis por fraudes. Agentes internos são os mais prováveis criminosos em todas as regiões, menos na América Latina onde os consumidores são os principais fraudadores.

A Kroll também investigou roubos de dados que pareciam ter sido cometidos por governos ou ter ligação com empresas ligadas a Estados particularmente em nações emergentes. Analistas e agências ocidentais de espionagem tem se preocupado cada vez mais com casos de roubo de propriedade intelectual por nações como a China. Quase metade dos entrevistados disse que o medo de fraude os afastaram de oportunidades de negócios em países estrangeiros, especialmente na China, África e América Latina.

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