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13/10/2010 - INFO Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Brasil é o segundo maior alvo de botnets

Por: Monica Campi


SÃO PAULO – O relatório de segurança SIRv9, divulgado hoje pela Microsoft, aponta que durante o primeiro semestre de 2010 foram identificados mais de 550 mil ataques a computadores nacionais através de redes zumbis (botnets), tornando o Brasil no segundo país do mundo que mais sofre este tipo de infecção.

Um computador que sofre esse tipo de ataque fica vulnerável (por isto o nome Zumbi) a ponto de permitir que os cibercriminosos utilizem sua máquina para espalhar spams, phishings, roubar identidades e realizar fraudes.

O estudo analisou dados de mais de 600 milhões de computadores no mundo todo, coletados por meio de ferramentas de segurança da própria Microsoft (como Forefront, Windows Defender, Security Essentials e Internet Explorer).

De acordo com o relatório, de abril a junho deste ano a empresa limpou mais de 6,5 milhões de computadores infectados por botnets em todo o mundo – o dobro se comparado ao mesmo período do ano passado.

A pesquisa também aponta as variações geográficas do problema com as redes zumbis. No mesmo período analisado, os Estados Unidos tiveram o maior número de infecções (2,2 milhões), seguido pelo Brasil. Na Europa, a Espanha é a que mais sofre, com 382 mil ataques.

Se considerarmos a proporção de infecções por redes zumbis, a Coreia do Sul teve a maior incidência com 14,6 infecções por botnet para cada mil computadores analisados. Espanha (12,4) e México (11,4) vêm logo depois.

Já entre as vulnerabilidades, o Rimecud foi considerado o botnet mais atuante, com infecções atingindo até 860% nos últimos três meses de 2009. Em segundo lugar, com 590%, ficou o botnet Alureon.

Problemas de segurança online são um fardo que muitos ainda precisam carregar. Embora existam muitos programas para proteger seu computador deste e de outros tipos de ataques, muitos usuários ainda não seguem s regras básicas de segurança, como atualizar o antivírus, usar firewall, utilizar senhas fortes e fazer upgrade para as versões mais recentes de sistemas operacionais.

“Temos de reconhecer que uma parte dos usuários da Internet sempre terá o risco de infecções devido a seus hábitos online ou inadvertidamente como resultado de ser vítima em esquemas online, e em um mundo conectado globalmente, acabam por expor outros usuários conectados a ameaças potenciais. A solução do problema dos crimes cibernéticos requer criatividade, pensamento inovador e colaboração entre indústria, governo, legisladores e autoridades”, afirma Adrienne Hall, diretora geral da Microsoft Trustworthy Computing.


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