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13/10/2010 - Sol Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Maioria das vítimas do cibercrime sente-se zangada

Por: Pedro Miguel Fernandes


A maioria das vítimas de crimes informáticos, como o phishing, diz sentir-se zangada e irritada por considerar que é culpada da fraude
A conclusão é de um estudo realizado pela Symantec e que foi apresentado hoje em Lisboa.

De acordo com o estudo, que envolveu a participação de mais de 7 mil pessoas em 14 países, 58 por cento das vítimas do cibercrime sentem-se zangadas por terem caído nas fraudes.

Javier Ildefonso, responsável de Marketing da Symantec Ibérica, refere que as «vítimas sentem-se impotentes e culpadas, porque pensam que fizeram algo de mal».

Segundo o mesmo estudo, 65 por cento dos adultos inquiridos já foram vítimas de qualquer tipo de crime através de meios informáticos, sobretudo esquemas de phishing ou ataques de vírus.

Em relação ao phishing, o Javier Ildefonso realçou que esta tendência tem vindo a crescer nos últimos anos «porque é fácil enganar as pessoas».

O responsável aludia ao facto de os criminosos poderem enviar e-mails cada vez mais personalizados e que levam a vítima a confiar em quem o envia, pois a acesso a informação das possíveis vítimas encontra-se à disposição nas redes sociais.

Opinião semelhante em relação à privacidade tem Rogério Bravo, inspector chefe da Polícia Judiciária (PJ) responsável pelo combate à criminalidade informática, que alertou durante a apresentação do estudo: «as pessoas não percebem que quando se ligam [à Internet], a primeira coisa que perdem é a privacidade».

Rogério Bravo revelou que na sua directoria, de Lisboa e Vale do Tejo, já chegaram este ano mais de 300 queixas sobre este tipo de crimes, na sua maioria casos de phishing e crimes contra crianças e realça que os cibernautas «não têm percepção de que estão a fornecer dados a mais» quando navegam na Internet.

Outras conclusões do estudo indicam que 79 por cento dos inquiridos não acredita que os cibercriminosos não vão ser apanhados pela Justiça, a resolução de um caso destes demora em média 28 dias e custa cerca de 334 dólares à vítima e os países onde há mais vítimas são a China, Brasil, Índia e EUA.

Portugal não foi analisado neste estudo, mas tal poderá acontecer numa das próxima edições, adiantou Javier Ildefonso.

Symantec apresenta Norton Internet Security 2011

Além da apresentação do estudo, a Symantec aproveitou o evento para apresentar a nova versão do software Norton Internet Security 2011.

De acordo com Javier Ildefonso, a nova versão do software inclui cerca de 100 novas actualizações e uma vez mais a fabricante deu destaque a dois factores que considera fundamentais: segurança e performance.

As principais novidades do Norton Internet Security 2011 dizem respeito à inclusão de algumas ferramentas que a empresa já disponibiliza gratuitamente, como o Norton Power Eraser, que permite evitar os esquemas baseados no surgimento de falsos antivírus, ou o Norton Safe Web for Facebook, que analisa os links publicados nesta rede social para identificar ligações perigosas para o utilizador.

A nova versão do software inclui também um sistema de reputação melhorado, um novo interface de utilizador e uma ferramenta de recuperação de arranque, através da qual o utilizador pode reiniciar o computador em segurança quando o PC está infectado, para que o software de segurança possa corrigir o problema.

O software já se encontra disponível e está a ser comercializado por 74,99 euros.

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