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12/06/2007 - Gazeta Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia prende mulher que aplicava golpe do precatório; ela falsificava documento da Justiça

Por: Rodrigo Lira


Uma mulher identificada por Aparecida Penha Correa, 40 anos, foi presa pela Polícia Civil na tarde desta terça-feira (12) acusada de falsificar Declaração de Precatórios emitida pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo.

A falsária ganhava a confiança de servidores públicos para aplicar o golpe. De posse das informações pessoais dos funcionários, ela protocolava um documento junto à Justiça solicitando informações sobre o valor dos títulos devidos pelo Estado.

Para realizar o serviço, Aparecida cobrava entre R$ 25,00 e R$ 30,00. A quantia era embolsada por ela e os trabalhadores ficavam duplamente prejudicados: sem o dinheiro e sem informações oficiais sobre os créditos.

Segundo o titular da Delegacia Especializada em Crimes Contra a Administração Pública (Decap), José Monteiro Júnior, o inquérito policial para investigar Aparecida foi instalado em fevereiro deste ano. Após a conclusão das investigações, ainda em fevereiro, a Justiça expediu um mandado de prisão contra a golpista, mas ela estava foragida.

Aparecida Penha Correa foi detida às 16h, quando estava entrando no edifício Rural Bank, localizado na avenida Jerônimo Monteiro, Centro de Vitória.

Na residência da golpista, localizada em Jardim América, em Cariacica, policiais da Delegacia de Crimes Contra a Administração Pública, de posse de um mandado de busca e apreensão, encontraram uma extensa lista de servidores lesados e mais de 64 declarações falsificadas.

"Por meio de escutas telefônicas há indícios de que outra pessoa participava das falsificações juntamente com Aparecida. Mais de 100 pessoas foram lesadas com o golpe", afirmou José Monteiro.

Além do documento, ela falsificava as assinaturas do assessor jurídico, do diretor financeiro e do diretor geral do Tribunal de Justiça.

Aparecida Penha Correa foi autuada pelos crimes de uso indevido de documento público, estelionato, falsificação e falsidade ideológica. As investigações foram coordenada pelo delegado José Monteiro Junior e as apurações estavam sendo desenvolvidas desde fevereiro deste ano por solicitação do Tribunal de Justiça.

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