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11/06/2007 - O Estado de São Paulo / EFE Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Especialistas querem combater aumento nos crimes digitais


PARIS - Especialistas em informática e representantes de organizações internacionais participam nesta segunda e terça-feira de um seminário do Conselho da Europa sobre a cooperação internacional em questões de luta contra a criminalidade através da internet.

A sede do Conselho em Estrasburgo recebe a conferência, que também tem o objetivo de encorajar os países a assinarem ou ratificarem a Convenção sobre Cibercriminalidade, que entrou em vigor em julho de 2004.

O documento já foi assinado por 43 países, entre europeus, Estados Unidos, Japão, Canadá e África do Sul, mas só foi ratificado por 21 Estados. A reunião ocorre em um momento no qual o uso da internet se populariza e já registra cerca de um bilhão de usuários no mundo.

Isso também influiu no uso ilegal da rede, onde crescem fenômenos como fraudes comerciais, roubo de dados bancários, difusão de mensagens racistas ou violentas, imagens de pornografia infantil e ataques a bases de dados, chamado de ciberterrorismo.

Por isso, a Convenção pede que os países transformem tais infrações em crimes, sugere métodos para tornar as investigações mais eficazes e indica procedimentos para uma melhor cooperação internacional.

Expansão

Um dos participantes do primeiro dia da reunião é o diretor da divisão de segurança na internet da empresa Microsoft, Tim Cranton. Cranton afirma que as ameaças são cada vez mais complexas e que os delinqüentes cibernéticos "afinam seus métodos e consolidam redes criminosas".

De acordo com o diretor da Microsoft, no segundo semestre do ano passado 63 mil computadores foram infectados a cada dia, 11% a mais que no primeiro semestre.

O especialista indica a necessidade de uma resposta do ponto de vista das legislações, de uma maior segurança técnica e de uma educação dos usuários.

Participarão das reuniões centenas de especialistas de empresas ligadas à informática, docentes e representantes de organismos internacionais, como Nações Unidas, Interpol e a Conferência Islâmica.

Todos eles analisarão como avançar rumo a uma cooperação contra a cibercriminalidade, que funcione 24 horas por dia, como a própria rede, assim como as formas de colaboração entre empresas privadas e poderes públicos.

O seminário também debaterá até que ponto os conteúdos na internet podem ser controlados e a liberdade das companhias que permitem o acesso a estes serviços.

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