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06/10/2010 - Agência Brasil Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Filme baseado na história real de um golpista é o grande vencedor do Festival do Rio

Por: Paulo Vigílio


Rio de Janeiro - O filme VIPs, dirigido por Toniko Melo, foi o grande vencedor da mostra competitiva do Festival do Rio 2010. Além do Troféu Redentor como o melhor longa-metragem de ficção, o filme recebeu do júri oficial do festival os prêmios de melhor ator, para Wagner Moura; melhor ator coadjuvante, para Jorge D’Elia; e melhor atriz coadjuvante, para Gisele Fróes. VIPs é baseado na história real de Marcelo Nascimento da Rocha, um golpista que nos anos 90 usou de mais de 15 identidades falsas para enganar a alta sociedade brasileira. O filme estreia no circuito comercial em março de 2011.

Na cerimônia realizada na noite dessa terça-feira (5), no Cine Odeon Petrobras, na Cinelândia, centro do Rio, foram premiados ainda com o Troféu Redentor os filmes Diário de uma Busca, de Flavia Castro, como o melhor documentário de longa-metragem, e Vento, de Marcio Salem, como melhor curta-metragem. Diario de uma Busca aborda a história do pai da cineasta, militante político morto em circunstâncias suspeitas durante a ditadura militar.

Foram entregues ainda os prêmios de melhor direção para Charlie Braun, pelo filme Além da Estrada, melhor atriz para Karine Teles, protagonista do filme Riscado, de Gustavo Pizzi, melhor roteiro para Elvis & Madonna, de Marcelo Lafitte, filme com um enredo sobre lésbicas e travestis. Os prêmios de melhor fotografia e melhor montagem foram para a produção paulistana Boca do Lixo, de Flavio Frederico.

O público presente ao festival também escolheu seus filmes preferidos por meio do voto popular, recolhido ao final da sessão de cada filme concorrente. O prêmio de melhor longa-metragem de ficção pelo voto popular ficou com O Senhor do Labirinto, de Geraldo Motta, que conta a história de Arthur Bispo do Rosário, artista plástico que passou 50 anos de sua vida internado em um manicômio. O melhor documentário na opinião popular foi Positivas, de Susanna Lira, sobre mulheres casadas soropositivas, muitas delas infectadas pelos próprios maridos infiéis.

Durante a cerimônia, após entregar o prêmio de melhor longa-metragem de ficção, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, destacou o crescimento da indústria do cinema e do audiovisual em geral na capital fluminense. “O festival é uma das joias da cidade, e acho que o cinema é a área que talvez possa melhor representar a cara do Rio de Janeiro”, afirmou.

Para o público, o Festival do Rio ainda exibe hoje (6) e amanhã (7) filmes em diversas salas da cidade. A RioFilme, empresa da prefeitura carioca, é a maior patrocinadora do evento, no qual investe cerca de R$ 2 milhões. Além da importância artística, o festival é hoje uma grande plataforma de encontros de negócios da área, recebendo executivos de vários países, interessados no mercado brasileiro de audiovisual, hoje o nono do mundo.

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